PÁGINA PESSOAL DE RUI BRANCO

Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
FRASES SOLTAS

O que se foi dizendo na comunicação social, antes e depois da decisão do Governo, sobre a localização do Novo Aeroporto de Lisboa.

 

“Em Alcochete está-se longe de água à superfície, ao contrário da Ota.” Carlos Borrego, Coordenador do Estudo da CIP, no jornal «Público», em 12/06/2007.

 

“A escolha da Ota è má para o País.” Mário Lopes, Professor do Departamento de Engenharia do Instituto Superior Técnico, no jornal «Destak», em 12/06/2007.

 

“Tem muitas vantagens, quando comparado com a Ota. Está é mais perto do estuário do Tejo, o que significa que tem mais nevoeiro. Mas como se trata de uma zona plana, os aviões poderiam aterrar, mesmo com nevoeiro.” Mário Lopes, Professor do Departamento de Engenharia do Instituto Superior Técnico, no jornal «Destak», em 12/06/2007.

 

De acordo com uma sondagem da Aximage para o Correio da Manhã, 49,6 por cento dos portugueses acha que não é necessário um novo aeroporto, contra 40,1 que defende a sua construção. Quanto à melhor localização, 36,7 por cento aponta a Margem Sul, enquanto 23,5 considera a Ota uma boa solução. IN Correio da Manhã, a 14/06/2007.

 

“Sócrates atirou às urtigas o ministro que há quinze dias esclarecera, depois de um bom almoço, «que na margem sul, nunca».” João Marques dos Santos, Advogado, no jornal «Correio da Manhã», em 15/06/2007.

 

“O Primeiro-ministro limitou-se a receber o Presidente da CIP, tendo tomado conhecimento da intenção da CIP de encomendar um estudo sobre a localização do Novo Aeroporto de Lisboa”. Nota à Imprensa, emitida pelo Gabinete de José Sócrates, no jornal «Diário de Notícias», em 19/06/2007.

 

“O Primeiro-ministro pediu-nos para não demorarmos muito por dois motivos, que eram a privatização da ANA e a presidência portuguesa da União Europeia. Francisco Van Zeller, Presidente da CIP, no jornal «Diário de Notícias», em 19/06/2007.

 

“Solução Portela+1 não é viável”. Mário Lino, Ministro das Obras Públicas, no jornal «24 Horas», em 20/06/2007.

 

“Tal como não acredito em conversões religiosas de um dia para o outro, também não acredito que o Ministro, depois de meses de posição inamovível e de ter mesmo afirmado o seu compromisso pessoal com a solução Ota, tenha mudado de posição de um dia para o outro”. Belmiro de Azevedo, Presidente da SONAE, no jornal «24 Horas», em 20/06/2007.

 

 “Há cerca de uma década que, na minha cabeça, enquanto cidadão, se tornou claro que o último dos últimos sítios onde se podia fazer um aeroporto era a Ota”. Ernâni Lopes, antigo Ministro das Finanças, no jornal «Diário do Sul», em 19/06/2007.

 

“Nos últimos dez, quinze anos, cada vez que me falavam no aeroporto na Ota, a minha reacção era: bom, isto não é para ser a sério, andam para aqui a falar nisto, mas há tanta coisa de que falam e não acontece”. Ernâni Lopes, antigo Ministro das Finanças, no jornal «Diário do Sul», em 19/06/2007.



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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
O Tempo não passa...VOA!

 

O GLORIOSO S.L.B. EM 1985/1986

 

Uns meses antes da «lagartagem» infligir uma pesada derrota ao Benfica, disputou-se os quartos de final da Taça de Portugal, em pleno Estádio da Luz, a uma quarta-feira à tarde, e o Glorioso derrotou e eliminou desta competição o Sporting por uns concludentes 5-0 (cinco a zero).

Tenho alguma memória deste encontro, porque andava na escola secundária de Alenquer e levei um rádio de pilhas, que me tinha sido oferecido no Natal, para ouvir o relato.

Nessa tarde faltei às aulas e fui jogar à bola para os campos de alcatrão que havia na Escola. Coloquei o rádio dentro de um saco plástico, porque insistia em cair uma chuva miudinha e posicionei-me no posto que mais aprecio em futebol, ou seja, a guarda redes e fui delirando com a chuva de golos que caia dentro da baliza do Sporting, ao mesmo tempo que me imaginava na pele do mítico Manuel Galrinho Bento.

A partir de agora, de cada vez que algum amigo sportinguista invoque os 7-1 como tema provocatório para a nossa alma, relembrem-lhes que a primeira humilhação foi imposta pelo Glorioso, uns meses antes nos quartos de final da Taça de Portugal, época 85/86.

Afinal de contas, nas meias finais desta competição tivemos um osso bem mais duro de roer, do que o anterior opositor, e só conseguimos eliminar o Penafiel à segunda, visto que nesta altura quando não se conseguia resolver o jogo numa partida, havia lugar a um segundo encontro entre os oponentes no terreno de jogo do clube que havia sido o visitante. E foi deste modo que conseguimos eliminar o Penafiel, na Luz, por 4-1, depois de um empate no norte a zero bolas.

Na final defrontamos o Belenenses e vencemos com categoria por duas bolas a zero, com golos de Nunes e Rui Águas. De relembrar ainda que o F. C. Porto também foi eliminado pelo Glorioso S. L. e Benfica nos oitavos de final desta competição, no Estádio da Luz, por duas bolas a uma.

Na próxima edição do «Tempo não passa…Voa», vamos voltar à temporada 1986/1987, porque também houve Taça de Portugal nessa época.

E sabem quem a venceu? E a quem?



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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
QUASE SEMPRE A PEDALAR

Domingo de manhã, o tempo ameaçava chuva, nada daquilo que o instituto de meteorologia previa para o fim de semana, a «brigada do reumático» do BTT de Ota juntou-se no largo principal da localidade.

Por volta das 9 horas e 30 minutos a equipa constituída por cinco atletas, a saber: Eu, o João, o Licínio, o Cláudio e o Zé, este último ainda não pertence aos «entrevados», também tomara com apenas dezasseis anos, no entanto se andar muito connosco arrisca-se a desaprender tudo aquilo que sabe, no que diz respeito a andamentos ciclísticos.

O objectivo do dia era andar por locais com menos lama possível. Partimos em direcção à estrada nacional 1 e atravessamo-la em direcção ao «Vale Carlos», fizemos toda a estrada encostada à vedação do Centro de Formação da Força Aérea seguindo sempre em bom ritmo até à Várzea de Alenquer, passando obviamente pela Quinta do Pombal.

Até aqui tudo bem, estradas com pouca lama e da chuva só uns ameaçoszitos. Ao entrarmos na zona da Várzea de Alenquer é que começaram a surgir os caminhos enlameados e assim foi até chegarmos ao alcatrão junto à rotunda luminosa de Alenquer.

Entramos na renovada e bonita vila de Alenquer onde aproveitamos para ingerir alguns sólidos junto ao BPI, e observar os patos no Rio de Alenquer em busca de alimentação que lhes é servida pelos transeuntes locais.

Depois de alguma polémica sobre qual o destino a dar à nossa volta de bicicleta, uns queriam subir as pedreiras, outros preferiam um percurso menos acidentado, seguimos em direcção ao Camarnal, não sem antes darmos umas voltinhas no novo Parque Urbano da Romeira.

Depois de estrearmos este novo equipamento Alenquerense chegamos perto do «Chico dos Pneus) e subimos pela calçada em direcção à nova urbanização das piscinas. Depois dessa zona de moradias continuamos a subir mais, e mais, e mais… e eu a vê-los cada vez mais distantes, até chegarmos a um local sem saída. Bom…sem saída para veículos motorizados porque para nós qualquer trilho serve, nem que seja pelo meio das searas.

Depois de tanto subir, e tanto descer, viemos dar praticamente ao mesmo sítio, ou seja, junto às piscinas municipais de Alenquer, não sem antes eu me estatelar no chão, ou melhor em cima de um monte de detritos de pedreira, ao tentar transpor o aqueduto do Alviela para uma estrada, sem sair de cima da máquina.

Voltamos a entrar na estrada que serve a localidade do Carmanal, para logo dela sairmos em direcção à Linde Sogás, através de um caminho secundário. Ao chegarmos a Cheganças seguimos em direcção ao campo de futebol por um trilho existente. Ai chegados senti-me tentado a voltar para casa utilizando apenas o asfalto, mas os colegas da «brigada do reumático» convenceram-me do contrário e seguimos então em direcção ao Alvarinho e ao Paul de Ota, para depois voltarmos pelo mesmo caminho que tínhamos utilizado anteriormente em direcção a casa.

Quando estávamos a chegar à Torre Velha avistamos um outro grupo de betetistas que seguiam em direcção ao «Boteco». Era um grupo de Aveiras de Cima e está claro que no «picoto» para o Boteco houve «picanço»…como não podia deixar de ser.

O relógio já batia o meio dia e estava portanto na hora de voltar a casa. Eu e o João voltamos pelo asfalto, enquanto os outros três ainda foram dar uma volta lá para os lados da pista das lebres.

Para a semana há mais…se não chover.

Foto: Estrada que faz a ligação entre Ota e Triana. Por aqui passamos duas vezes na manhã de Domingo.



publicado por BLOGOTA às 18:48
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008
SERVIÇO PÚBLICO

NÃO ABANDONE O SEU CARRO VELHO

 

Ele ainda tem muito para oferecer

 

Sabia que hoje o seu automóvel já pode ser reciclado em mais de 80%

 

Metais: depois de fundidos são reciclados na construção civil.

 

Vidros: depois de triturados, são reciclados na produção de artigos cerâmicos.

 

Pneus: depois de triturada, a sua borracha é reciclada em pavimentos para parques infantis.

 

Baterias: depois de fundido, o seu chumbo é reciclado na produção de novas baterias.

 

Óleos: depois de purificados, são valorizados como combustível para produção de energia eléctrica ou calor.

 

Onde pode entregar o seu carro velho?

Em qualquer um dos centros de Rede VALORCAR, de forma inteiramente gratuita. Consulte www.valorcar.pt ou ligue 21 301 17 66 para conhecer o centro mais perto de si.

 

Porque deve entregar o seu carro velho?

Ao entregar o seu Veículo em Fim de Vida (VFV) na Rede VALORCAR estará a cumprir a lei e a contribuir para um melhor Ambiente para todos.

Por isso. A VALORCAR oferece-lhe:

- Um certificado de destruição, que comprova que o VFV foi entregue no local adequado e não foi abandonado (este documento é obrigatório para o cancelamento da matrícula e do registo e é necessário para deixar de pagar o Imposto Único de Circulação);

- O tratamento de todos os procedimentos administrativos necessários, como o cancelamento da matrícula e do registo;

- Um elevado nível de reciclagem do VFV.

 

Que documentos deve entregar?

Juntamente com o VFV, deverá entregar a respectiva documentação (livrete e título de registo de propriedade, ou certificado de matrícula). Terá ainda de assinar um requerimento de cancelamento da matrícula, que se encontra disponível em qualquer centro da Rede VALORCAR.

 

VALORCAR – Sociedade de Gestão de Veículos em Fim de Vida.



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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
A.F. LISBOA - II DIVISÃO - 19ª JORNADA

SÉRIE 1 - RESULTADOS - 24.02.2008
Vila Nova Rainha 2 Cheganças 0
Campelense 2 Cadaval 1
Sobreirense 1 Pedra 0
Coutada 1 Cerca 0
Casalinhense 0 São Pedro 0
Arneiros 2 Fonte Grada 1
Atalaia 0 A-dos-Cunhados 1
Ota 7 Furadouro 1

 


 

CLASSIFICAÇÃO - Série 1 (após a 19ª jornada)
Cl. Clubes J. V. E. D. Golos Pts.
1

Coutada

19 14 2 3 55-17 44
2

São Pedro

19 13 4 2 51-18 43
3

Vila Nova Rainha

19 11 5 3 43-19 38
4

F. C. OTA

19 10 4 5 44-25 34
5

Atalaia

19 10 2 7 27-28 32
6

Cerca

19 9 4 6 34-23 31
7

A-dos-Cunhados

19 8 6 5 30-24 30
8

Cadaval

19 9 3 7 28-22 30
9

Sobreirense

19 9 3 7 25-22 30
10

Casalinhense

19 8 5 6 33-22 29
11

Campelense

19 8 2 9 28-24 26
12

Arneiros

19 7 4 8 29-28 25
13

Furadouro

19 4 2 13 19-56 14
14

Pedra

19 3 1 15 13-50 10
15

Cheganças

19 3 0 16 13-57 9
16

Fonte Grada

19 1 3 15 10-52 6

 


 

 

Foto: Quarto golo do Futebol Clube de Ota, obtido pelo Nº 7, Nélson Pereira.

 

Na 19ª jornada do campeonato distrital da Associação de Futebol de Lisboa, IIª divisão, série 1, marcaram-se 19 golos, fazendo assim a média de 2,37 golos por jogo. Caso o jogo em que participou a equipa de Ota não contasse para esta média, ela desceria para 1,57 golos por jogo.

Só na partida de ontem à tarde, aqui em Ota marcaram-se oito golos, sete para os da casa e apenas um para os visitantes. Com esta vitória o Futebol Clube de Ota subiu à quarta posição da tabela classificativa, por troca com o Atalaia que foi inaugurar o novo relvado sintético dos A-dos-Cunhados e saiu derrotado pela margem mínima.

A Sociedade Recreativa de Cheganças somou a sua nona derrota consecutiva e não descola da penúltima posição.

O Vila Nova da Rainha continua sem saber o que é perder desde que mudou de técnico e ontem somou mais três pontos, precisamente contra a equipa de Cheganças.

No entanto o grande destaque desta jornada vai para a troca de líder, o São Pedro cedeu o primeiro posto para os seus vizinhos da Coutada, depois de trazer apenas um ponto da sua visita a Casalinhos de Alfaiata, enquanto a Coutada recebia e vencia no seu terreno a formação da Cerca.

A meio da tabela o equilíbrio é a nota dominante com diversas equipas a trocarem de posições a cada jornada, desta vez os mais beneficiados foram o A-dos-Cunhados, subiu duas posições, e o Sobreirense, subiu uma posição. Por outro lado, o Cadaval e o Casalinhense, este apesar de não ter perdido, desceram na tabela classificativa.

As vitórias obtidas pelo Campelense e Arneiros aproximaram estas equipas do meio da tabela e cavaram ainda mais o fosso para o quatro últimos classificados. Entre o Furadouro (13º) e o Arneiros (12º) já vão onze pontos de diferença.

Na próxima jornada realizam-se dois jogos absolutamente determinantes para a definição dos primeiros classificados desta série. Temos nada mais nada menos que o São Pedro (2º) contra a Coutada (1º) e o Futebol Clube de Ota (4º) a receber o Vila Nova da Rainha (3º).

Os quatro primeiros classificados em confronto, numa jornada a não perder pitada sobre o desfecho destas partidas de futebol.

As outras equipas do concelho de Alenquer deslocam-se ao reduto dos seus adversários: Furadouro (13º) - Atalaia (5º) e Cadaval (8º) - Cheganças (15º).

As restantes partidas da 20ª jornada são: Pedra (14º) - Campelense (11º); Cerca (6º) - Sobreirense (9º); Fonte Grada (16º) - Casalinhense (10º) e A-dos-Cunhados (7º) - Arneiros (12º).

Foto: Primeiro golo do Nuno Trindade, quinto da equipa, obtido no jogo de ontem contra o Furadouro.



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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008
FUTEBOL CLUBE DE OTA 7 - A. C. R. D. FURADOURO 1

CAMPEONATO DISTRITAL DA II DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA

19ª JORNADA

Foto do onze titular da equipa de Ota, constituída pelos seguintes jogadores, da esquerda para a direita: Sandro, Souza, Jacinto, José Júlio, Paulino, Márcio, Paulo, João, Pedro, Paiva e Artur.

Foto: Onze inicial da equipa da Associação Cultural Recreativa e Desportiva do Furadouro.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

1 REGINALDO SOUZA
2 PAULO FILIPE
13 NUNO JACINTO
14 ARTUR DIAS
21 JOSÉ JÚLIO
17 JOÃO SANTOS
6 PEDRO PEREIRA
20 SANDRO FERREIRA (Cap)
3 MÁRCIO CARVALHO
10 SÉRGIO PAULINO
22 CARLOS PAIVA

Substituições:

45' - Ao intervalo saiu o Sérgio Paulino e entrou o LUIS GONÇALVES (11).

45' - Ao intervalo saiu o Pedro Pereira e entrou o NÉLSON PEREIRA (7).

45' - Ao intervalo saiu o Paulo Filipe e entrou o FLÁVIO ANSELMO (19).

69' - Saiu o Márcio Carvalho e entrou o NUNO NARCISO (16)

71' - Saiu o Carlos Paiva e entrou o NUNO TRINDADE (8)

Suplentes não utilizados: Daniel Duarte e Marinho.

Não convocados: António Faria, Rui Constantino, Nuno Cruz, Pedro Furtado, Miguel Brandão e David Sopa.

Disciplina:

Futebol Clube de Ota:

Nada a assinalar.

Associação Cultural Recreativa Desportiva Furadouro:

Cartão Amarelo aos 79 minutos para o Nº 3 (por ter agarrado o Nuno Trindade quando este seguia isolado para a baliza do Furadouro).

Cartão Amarelo aos 82 minutos para o Nº 8 (por ter jogado a bola com a mão).

Resultado ao Intervalo: 2-1 

Foto: Primeiro golo da equipa de Ota. O remate saiu forte dos pés do Paulino, mas a intervenção do guarda redes foi muito infeliz, conforme podem constatar.

 

MARCHA DO MARCADOR:

1-0 aos 9 minutos por SÉRGIO PAULINO. Livre directo em zona frontal à baliza do Furadouro, apontado com muita força pelo Paulino, a bola sai à figura do guarda redes que a deixa passar entre os braços.

2-0 aos 12 minutos por SÉRGIO PAULINO. Novamente de livre directo, desta vez descaído para o lado direito do ataque de Ota. A bola é rematada violentamente e a meio do caminho é desviada pelo defesa Nº 3 do Furadouro e vai entrar junto ao poste esquerdo da baliza visitante, enganando por completo o guarda redes que se lançou para o lado contrário.

2-1 aos 19 minutos pelo Nº 7, depois de uma boa jogada de ataque pelo lado direito, a bola sobra para o Nº 7 que à entrada da área executa um remate que faz a bola passar por cima do Souza, entrando junto ao poste direito da baliza de Ota. 

3-1 aos 47 minutos por LUIS GONÇALVES. Boa lançada para a grande área pelo Nélson Pereira, pelo lado esquerdo entrou o José Júlio que rematou para defesa incompleta do guarda redes, na recarga o Luis não perdoou e fez o terceiro golo.

4-1 aos 61 minutos por NÉLSON PEREIRA. Jogada rápida pelo lado direito conduzida pelo Luis Gonçalves, junto à linha de fundo cruzou atrasado e rasteiro para o coração da área, onde apareceu o Nélson a finalizar o lance com o pé direito.

5-1 aos 72 minutos por NUNO TRINDADE. Nova boa jogada pela direita, desta vez conduzida pelo Flávio Anselmo que antes de chegar à linha de fundo cruza para a grande área, onde apareceu o Nuno Trindade a receber a bola e a concluir o lance com sucesso.

6-1 aos 77 minutos por NUNO TRINDADE. Novamente o Flávio Anselmo rompe em velocidade pela direita, ao chegar à linha de fundo cruza a bola a meia altura para a zona do primeiro poste, onde apareceu de primeira o Nuno Trindade a concluir o lance com o pé direito.

7-1 aos 90+2 minutos por NUNO TRINDADE. Passe do meio campo para a entrada da grande área a desmarcar o Nuno Trindade, que só com o guarda redes pela frente executou um chapéu levando a bola a parar apenas nas redes adversárias.

 

Foto: Lance do segundo golo do F. C. Ota apontado pelo Paulino, precisamente no momento em que o defesa Nº 3 desvia a bola para o lado contrário, aquele que o guarda redes se lançava. 

 

CRÓNICA DO JOGO:

De regresso a casa, a equipa do Futebol Clube de Ota aplicou a goleada da jornada, vencendo por um concludente sete a um a formação do Furadouro.

Assistiram a esta partida cerca de cem espectadores, apesar das condições atmosféricas ameaçarem chuva, que só apareceu durante o intervalo.

Para esta partida a equipa técnica fez algumas alterações em relação ao onze da passada semana e alterou também o sistema de jogo, passando do habitual 4x3x3 para um 4x4x2, com o meio campo a jogar em losango.

Na baliza como habitualmente jogou o Reginaldo Souza, no quarteto defensivo regressou o Paulo Filipe à direita, o José Júlio foi transferido para o lado esquerdo e na zona central da defesa jogaram o Nuno Jacinto e o Artur Dias, ficando no banco de suplentes o habitual titular Marinho.

No losango de meio campo jogaram o João Santos, no vértice mais recuado e o Márcio Carvalho no mais adiantado. Pela direita jogou o regressado à titularidade Pedro Pereira e na esquerda posicionou-se o capitão Sandro Ferreira, outro regresso ao onze titular.

Os dois atacantes foram o Sérgio Paulino e o Carlos Paiva, ambos mantiveram a titularidade da passada semana.

A equipa adversária apenas trouxe até Ota doze jogadores, sendo que o único suplente era um indivíduo que já se aproxima seguramente dos cinquenta anos de idade, e que ainda teve que dar uma perninha no segundo tempo, depois de substituir um colega que saiu lesionado.

A equipa de Ota começou a partida a pressionar o adversário e logo aos nove minutos beneficiou de um livre directo que abriu o marcador, diga-se com muitas responsabilidades para o guarda redes visitante.

Pouco depois e novamente de livre directo a equipa de Ota chega ao segundo golo, novamente num erro defensivo da turma visitante.

Com o resultado favorável a equipa levantou um pouco o pé e a formação do Furadouro começou a aparecer com algum perigo junto da nossa grande área. Neste particular destacamos as iniciativas do Nº 7 que foi o melhor jogador visitante e foi premiado aos dezanove minutos quando fez um golo de belo efeito reduzindo o marcador para apenas um golo de diferença.

A equipa de Ota sentiu este golo e enervou-se, possibilitando ao adversário algumas oportunidades para empatar.

Até ao intervalo as oportunidades foram repartidas e o futebol jogado de forma muito atabalhoada, sendo aceitável e justo o resultado com que se chegou ao fim dos primeiros quarenta e cinco minutos.

Ao intervalo a equipa técnica fez três alterações de uma assentada, tirando do jogo o Pedro Pereira, Sérgio Paulino e Paulo Filipe. Para os seus lugares entraram o Nélson Pereira, Luis Gonçalves e Flávio Anselmo.

O esquema táctico não foi alterado e logo aos dois minutos desta etapa complementar a equipa alcançou o terceiro golo.

A partir deste golo a equipa do Furadouro, sem hipóteses de mexer no onze, baixou os braços e tentou-se defender das investidas da equipa de Ota que ia desperdiçando oportunidades de golo em catadupa.

O quarto golo aparece aos 16 minutos do segundo tempo, através do Nélson e aos 24 minutos saiu o Márcio entrando para o seu lugar o Nuno Narciso. Pouco depois saiu o Carlos Paiva e entrou o Nuno Trindade.

A partir dos 71 minutos a equipa do Furadouro passou a jogar com apenas dez elementos, devido à saida de um jogador lesionado e como não havia suplentes tiveram mesmo que terminar a partida com um jogador a menos.

O último quarto de hora da partida fica marcado pelos três golos obtidos pelo Nuno Trindade, que ainda teve tempo para falhar outras duas claríssimas situações de golo feito.

Em resumo, a equipa de Ota obteve uma vitória folgada perante um adversário muito limitado, que enquanto teve forças conseguiu criar algumas dificuldades á nossa equipa. A vitória do Futebol Clube de Ota é justa, sem terem feito uma exibição brilhante, e os números finais adequam-se ao desenrolar da partida.  

Foto: Terceiro golo da equipa de Ota, apontado pelo Nº 11 Luis Gonçalves, logo a abrir o segundo tempo.

 

FLASHES DA PARTIDA:

4' - Pedro Pereira conduz jogada de ataque pela direita, cruza para a zona da pequena área onde apareceu o José Júlio a rematar para a baliza, correspondendo o guarda redes visitante com uma defesa por instinto.

9' - Golo do Futebol Clube de Ota (1-0).

12' - Golo do Futebol Clube de Ota (2-0).

18' - Livre directo em zona frontal à baliza do Furadouro, apontado pelo Sérgio Paulino com a bola a sair rente à barra.

19' - Golo da Associação Cultural Recreativa Desportiva Furadouro (2-1).

20' - Livre directo descaído para o lado esquerdo do ataque de Ota, próximo do bico da grande área, apontado pelo Sandro Ferreira, com a bola a sair à figura do guarda redes visitante que defendeu com segurança.

24' - Jogada iniciada na direita do ataque do Furadouro, com a bola a passar por diversos jogadores e já na esquerda a ser concluida pelo Nº 7 com um remate que levou a bola a passar ao lado da baliza do Souza.

31' - Canto na direita apontado pelo Sérgio Paulino, com a bola a cair na pequena área, onde apareceu o José Júlio a cabecear por cima da barra.

41' - O Nº8 de livre directo leva a bola a passar por cima da barra da baliza do F. C. Ota.

47' - Golo do Futebol Clube de Ota (3-1).

49' - O Nº 7 do Furadouro entra na área pela esquerda e remata à figura do Souza que defende com segurança.

52' - Luis Gonçalves aparece completamente isolado e só com o guarda redes pela frente remata ao lado da baliza.

55' - Nuno Jacinto isola o Márcio na grande área que ao tentar rematar falha por completo o esférico, gorando-se assim mais uma oprtunidade de golo.

57' - O Nº 8 entra na grande área pela esquerdo do ataque visitante e só com o Souza pela frente, já com pouco ângulo, remata à figura do nosso guarda redes.

61' - Golo do Futebol Clube de Ota (4-1).

67' - Nélson aponta um livre directo, com a bola a passar por cima da barra do Furadouro.

70' - Remate do Nº 7 descaído para o lado esquerdo, com a bola a sair por cima da barra.

72' - Golo do Futebol Clube de Ota (5-1).

74' - Nuno Trindade completamente isolado remata a bola, fazendo-a passar rente ao poste esquerdo da baliza visitante.

77' - Golo do Futebol Clube de Ota (6-1).

80' - Livre directo apontado pelo Nuno Narciso para uma excelente intervenção do guarda redes do Furadouro, desviando a bola para canto.

87' - Sandro Ferreira lança Nuno Trindade para a baliza adversária e este remata completamente isolado, com a bola a passar rente ao poste esquerdo do Furadouro.

88' - Flávio Anselmo na direita, à entrada da área, aplica um remate fortíssimo com a bola a embater violentamente no poste esquerdo da baliza visitante.

90+2' - Golo do Futebol Clube de Ota (7-1).

 

Foto: Sexto golo da equipa de Ota, apontado pelo Nuno Trindade, depois de um cruzamento açucarado da direita, efectuado pelo Flávio Anselmo. 

 

ARBITRAGEM:

Diogo Pires foi o árbitro designado para o encontro desta tarde, disputado em Ota e foi auxiliado pelo João Gaspar e Pedro Rosa.

Em termos globais a equipa de arbitragem realizou uma boa exibição, principalmente no capítulo técnico. Em termos disciplinares ficaram alguns amarelos por mostrar a jogadores de ambas as equipas. 

Durante a partida tentou interromper o menos possivel o jogo, procurando dar sempre a lei da vantagem. Tentou não mostrar cartões durante o jogo, permitindo com isso algumas entradas à margem das leis, que não foram devidamente punidas. Já na parte final do jogo teve mesmo que recorrer por duas vezes à amostragem do cartão amarelo, sendo que na primeira vez deveria ter mostrado o vermelho, porque o Nuno Trindade isolava-se para a baliza e foi agarrado por um adversário que apenas foi punioo com um amarelo.

 

 

O DESTAQUE DA TARDE: NUNO TRINDADE

Entrou em campo aos 71 minutos para o lugar do Carlos Paiva. No minuto seguinte faz o seu primeiro golo, quinto da equipa. Dois minutos depois desperdiça uma enorme oportunidade de golo. Aos 77 minutos marca o segundo da sua conta pessoal, sexto da equipa. Aos 87 minutos tem outra grande oportunidade para facturar, mas a bola sai ligeiramente ao lado da baliza adversária e já em período de compensação faz o «Hat-Trick» e encerra o jogo, coclocando o resultado em 7-1 para a sua equipa. Cerca de vinte minutos em campo plenos de entrega e vivacidade que ajudaram a despertar a equipa, já acomodada a uma vantagem segura, para uma goleada das antigas.

 



publicado por BLOGOTA às 17:49
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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
CAMPEONATO DISTRITAL DE ESCOLAS - Futebol de Sete

VS

 

SPORT ALENQUER E BENFICA 7 - FUTEBOL CLUBE DE OTA 1

Campo Atlético Paredes - Alenquer

2ª Fase «B» - 7ª Jornada - Série 1

(Resultado ao intervalo: 2-0)

Incidências da Partida:

Esta manhã, a equipa de escolas do Futebol Clube de Ota deslocou-se à vila de Alenquer e perdeu, sem margem para dúvidas, com o Alenquer.

A primeira parte decorreu de forma equilibrada, apesar dos dois tentos de vantagem que a equipa visitada somava ao intervalo.

Na segunda parte a equipa de Ota ainda consegue reduzir a desvantagem, através de um golo obtido pelo Daniel Duarte, mas depois a superioridade da equipa da casa foi total e até final do encontro foi avolumando o resultado.

No próximo sábado, o Futebol Clube de Ota recebe no seu campo o primeiro classificado desta série, a Associação Desportiva do Carregado. 


SÉRIE 1 - RESULTADOS - 23.02.2008

Alenquer

7

Ota

1

Vilafranquense

10

Alhandra

2

Aveiras de Cima

1

Carregado

5


Série 1 (após a 7ª jornada)
Cl. Clubes J. V. E. D. Golos Pts.
1

Carregado

7 6 1 0 39-11 19
2

Alenquer

7 5 1 1 28-13 16
3

Vilafranquense

7 5 0 2 36-11 15
4

Alhandra

7 1 1 5 15-34 4
5

Aveiras de Cima

7 1 1 5 1-31 4
6

F. C. Ota

7 1 0 6 10-36 3



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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
SERVIÇO PÚBLICO

Resolução do Conselho de Ministros n.º 13/2008

O Programa do XVII Governo Constitucional assume como prioridade, em matéria de mobilidade, a construção do novo aeroporto de Lisboa (NAL), tendo em conta as limitações de capacidade, não superáveis, do aeroporto da Portela, para responder à evolução previsível da procura nos médio e longo prazos, bem como os problemas ambientais e de segurança decorrentes da localização de um aeroporto em pleno meio urbano.

Em 22 de Novembro de 2005, após 40 anos de análise de localizações alternativas em que foram consideradas mais de uma quinzena de localizações possíveis nas duas margens do Tejo, o Governo, no seguimento das decisões dos governos anteriores, procedeu à confirmação pública da localização do aeroporto de Lisboa na Ota, tendo apresentado um conjunto de estudos realizados que fundamentavam exaustivamente essa prioridade, bem como a localização seleccionada, e anunciado a data de 2017 para a abertura do NAL e para o encerramento, em simultâneo, do aeroporto da Portela.

Na mesma data, o Governo incumbiu a NAER — Novo Aeroporto, S. A., de prosseguir os trabalhos necessários à concretização deste objectivo, tendo presente um conjunto de orientações, das quais se destacam a limitação de fundos públicos a afectar ao projecto, a minimização de riscos para o Estado, a optimização da valorização dos activos públicos e a necessidade de preservar a coerência do sistema aeroportuário nacional.

Entretanto, no final do 1.º semestre de 2007, surgiu um novo dado no referido processo de análise e decisão, que se traduziu na apresentação de um estudo técnico sobre localizações alternativas para o NAL («Avaliação ambiental de localizações alternativas para o novo aeroporto de Lisboa»), que apontava para a possibilidade de construção desta infra-estrutura no campo de tiro de Alcochete, ou seja, num local que até então não havia sido objecto de estudos no âmbito do processo de decisão do NAL.

Atendendo ao teor do estudo apresentado e à reconhecida competência técnica dos seus responsáveis, o Governo, através de despacho de 12 de Junho de 2007 do Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, entendeu mandatar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, I. P. (LNEC), para, no âmbito da respectiva liberdade de investigação e autonomia técnica, elaborar um estudo que contivesse uma análise técnica comparada das alternativas de localização do NAL na zona da Ota e no campo de tiro de Alcochete, devendo para o efeito, a confirmar -se, numa 1.ª fase, a efectiva viabilidade da nova alternativa da zona do campo de tiro de Alcochete, ser elaborado um relatório final descrevendo os princípios gerais que informaram a investigação, a metodologia adoptada, os trabalhos realizados, os técnicos e parceiros envolvidos e as conclusões atingidas.

Nos termos do referido despacho de 12 de Junho, o estudo do LNEC deveria estar concluído no prazo máximo de seis meses, isto é, até 12 de Dezembro de 2007. Em 4 de Dezembro de 2007, todavia, o LNEC, invocando a complexidade do estudo e a necessidade de compatibilização e harmonização dos diversos estudos parcelares realizados, solicitou uma prorrogação do respectivo prazo de entrega, tendo -se comprometido a apresentar o mencionado relatório final no decurso da 2.ª semana de Janeiro de 2008, pedido esse que foi aceite pelo Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações nesse mesmo dia 4 de Dezembro.

O relatório final («Estudo para análise técnica comparada das alternativas de localização do novo aeroporto de Lisboa na zona da OTA e na zona do campo de tiro de Alcochete — 2.ª fase — Avaliação comparada das duas localizações») foi entregue ao Governo no passado dia 9 de Janeiro de 2008.

O referido relatório final conclui que é técnica e economicamente viável, em ambas as localizações (zona da Ota e zona do campo de tiro de Alcochete), proceder–se à construção de uma infra-estrutura aeroportuária com características adequadas para satisfazer a finalidade e os pressupostos de base que informaram a decisão governamental de dotar Lisboa de um novo aeroporto. Não obstante, o mesmo relatório final conclui também que as características próprias de cada uma das localizações e da sua envolvente são suficientemente distintas para introduzirem aspectos diferenciadores relevantes para uma análise comparada da respectiva aptidão, sendo certo que os referidos aspectos permitiram identificar, para cada factor crítico de decisão, oportunidades e riscos associados a cada uma das localizações, o que se traduziu em vantagens ou desvantagens comparativas.

Neste contexto, o citado relatório final defende que «em termos conclusivos, face aos resultados da análise comparada e na hipótese de, para efeitos de decisão, ser atribuída igual importância a cada um dos factores críticos analisados (para efeitos de decisão, uma ponderação diferente terá em consideração critérios de natureza política, os quais extravasam o âmbito do presente estudo), a localização do NAL na zona do campo de tiro de Alcochete (CTA) é a que, do ponto de vista técnico e financeiro, se verificou ser, globalmente, a mais favorável».

O mencionado relatório final foi objecto de apreciação por parte do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, tendo o respectivo ministro proposto ao Conselho de Ministros a adopção de uma resolução sobre esta matéria.

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

1 — Homologar o relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, I. P., sobre a análise técnica comparada das alternativas de localização do novo aeroporto de Lisboa na zona da Ota e na zona do campo de tiro de Alcochete e adoptar, em termos gerais, as respectivas conclusões e recomendações.

2 — Em consequência, aprovar, preliminarmente, a localização do novo aeroporto de Lisboa na zona do campo de tiro de Alcochete associada à solução rodo – ferroviária para a 3.ª travessia do Tejo (TTT) Chelas -Barreiro, sem prejuízo das conclusões da avaliação ambiental estratégica e das consultas pública e institucionais necessárias à tomada de decisão final sobre a localização e a realização de grandes empreendimentos públicos com incidência territorial, nos termos a que se referem o Decreto -Lei n.º 232/2007, de 15 de Junho, e o artigo 35.º do Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redacção conferida pelo Decreto – Lei n.º 316/2007, de 19 de Setembro.

3 — Mandatar o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, enquanto membro do Governo responsável pela condução do processo de construção do novo aeroporto de Lisboa, para proceder à divulgação pública do mencionado relatório e para promover o procedimento da referida avaliação ambiental estratégica e as consultas pública e institucionais que se mostrem necessárias para a tomada de decisão final sobre a respectiva localização.

4 — Mandatar, ainda, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações para promover a elaboração de todos os demais estudos, consultas institucionais e actos que se afigurem necessários à implementação do projecto, designadamente no que se refere à opção rodo – ferroviária da TTT Chelas -Barreiro e à sua adequada inserção nos sistemas viários do Barreiro e de Lisboa, com vista a assegurar a maior eficiência do seu funcionamento e a maior fluidez do tráfego rodoviário.

5 — Mandatar, finalmente, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações para, com o Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, proporem ao Governo a adopção das medidas preventivas adequadas à salvaguarda das condições de execução das decisões agora tomadas.

 

Presidência do Conselho de Ministros, 10 de Janeiro de 2008. — O Primeiro -Ministro, José Sócrates Carvalho

Pinto de Sousa.

 

Extracto do Diário da República, 1.ª série — N.º 15 — 22 de Janeiro de 2008



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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
O Tempo não passa...VOA!

 

O GLORIOSO S.L.B. EM 1986/1987

 

O quadro de resultados da época 1986/1987 não deixa margem para dúvidas, o facto que marcou esta época foi a derrota por sete bolas a uma, que o Sporting infligiu ao Sport Lisboa e Benfica, no já demolido Estádio José de Alvalade.

Ainda hoje em dia, os nossos amigos «lagartos» fazem deste resultado uma bandeira, como se não houvesse outros resultados desnivelados entre ambas as equipas.

Serviu-lhes de pouco esta vitória, porque acabaram este campeonato em 4º lugar a dez pontos de distância do campeão, precisamente o glorioso S.L.B.

Existe até um espaço de humor publicado semanalmente no jornal «A Bola», dedicada ao Sporting, que se intitula de «Sete a Um», numa clara alusão a esse feito.

Meus caros sportinguistas, avancem no tempo e deixem de trazer, há falta de melhores argumentos, sempre este resultado às discussões acaloradas sobre os resultados dos nossos clubes.

Até porque, este resultado limitou-se a ser uma vingança que o clube de Alvalade serviu a frio ao Benfica, depois de uma grande desfeita que o Glorioso lhes impôs na temporada anterior (1985/1986).

Lembram-se de que desfeita estamos a falar?

 

Outras curiosidades que podemos verificar no quadro de resultados da época 1986/1987 são as vitórias tangenciais que o Benfica obteve durante a época, os quais levaram muitas vezes a que a equipa, apesar da conquista dos dois pontos, saísse do terreno de jogo vergada a um coro de assobios.

Outros tempos, outras exigências.

Actualmente contentamo-nos só com a vitória, seja por que números forem.

Na última partida desta temporada, e já com o título no bolso, a equipa do Benfica deslocou-se a Braga e a poucos minutos do fim, com o resultado em um igual, registou-se uma incontrolável invasão de campo, que obrigou à interrupção do jogo. Pelo facto, ambas as equipas foram penalizadas pela Federação Portuguesa de Futebol, com a derrota por três bolas a zero.

Nota final, para a derrota do Belenenses contra o Marítimo, por ter alinhado com um jogador mal inscrito. E não é que a história, eventualmente, se repetirá esta época.



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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
OMUNDO@NOSSAVOLTA

EU NÃO BEBO VINHO TINTO…E TENHO MUITO ORGULHO NISSO!

 

É verdade, não percebo nada de vinhos, o que nos dias de hoje equivale quase a ser analfabeto.

Podem não acreditar, mas com trinta e seis invernos, nunca bebi vinho tinto. Quanto às restantes cores de vinho (branco, rosé, verde) normalmente também não fazem parte do meu roteiro gastronómico.

Como não sou apreciador, principalmente de vinho tinto, também não percebo nada desta temática e quando vou a um restaurante basta que me entreguem a ementa. Quanto à carta de vinhos, ela, pode lá ficar bem arrumadinha no fundo da gaveta porque o que eu peço para acompanhar a refeição é uma Sagres Bohémia bem fresquinha.

No outro dia, desloquei-me a um restaurante, onde a especialidade era carnes grelhadas, o que obviamente aconselhava, assim dizem os entendidos, a acompanhar a refeição com um bom vinho tinto.

Mas o que é um bom vinho tinto?

Bom, essa resposta foi dada por um amigo que escolheu o vinho para acompanhar essa refeição, eu pelo meu lado solicitei a já referida cerveja para o meu repasto e haviam de ver a cara de espanto do proprietário da casa de pasto que nos atendia, não disfarçando um certo ar recriminatório perante o meu pedido. Confesso que me senti até um pouco incomodado com aquela ligeira arrogância, mas relevei tendo em consideração a restante companhia na mesa.

Aguardei alguns minutos pela cerveja sem que a mesma chegasse à mesa, consultei um empregado que afirmou que não tinham Bohémia, precisamente o contrário do que disse o patrão, nessa altura tive para me levantar e sair, mas mais uma vez para evitar aborrecimentos e chatices e sempre tendo em conta que o low-profile caracteriza a minha maneira de estar, deixe-me estar e acabei pedindo uma imperial.

Escusado será dizer que aquele restaurante não verá mais a cor dos meus olhos, apesar da refeição estar bem confeccionada.

Moral da História: Há duas décadas atrás quem fumava era considerado um individuo que estava na moda e quem bebia era…um bêbado, hoje em dia, quem fuma è comparado a um cão, e quem bebe è um tipo bem informado sobre a qualidade do vinho que está a tomar, e a verdade é que hoje em dia já não se bebe, toma-se um vinho à refeição.

Manuel Silva


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