PÁGINA PESSOAL DE RUI BRANCO

Domingo, 15 de Novembro de 2009
S. C. U. CAMPELENSE 3 - FUTEBOL CLUBE DE OTA 1

CAMPEONATO DISTRITAL IIª DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA

7ª JORNADA - ÉPOCA 2009-2010

 

Foto (da esquerda para a direita): Grilo, Fernandes, Quaresma, Djaló, José Alberto, J. M. Bacalhau, Caldeira, Rui Correia, Souza, Márcio e Sandro.

Foto: Onze titular do Sport Clube União Campelense.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

12 RUI CORREIA
19 RICARDO QUARESMA
9 REGINALDO SOUZA
15 BRUNO CALDEIRA
26 MÁRIO DJALÓ
22 PEDRO GRILO
8 SANDRO FERREIRA (Cap)
7 MÁRCIO CARVALHO
14 JOSÉ ALBERTO
25 NUNO FERNANDES
23 JOÃO MANUEL BACALHAU
 

 

Foto: Neste lance, aos 12 minutos, o Rui Correia efectuou uma grande defesa para canto, após remate de fora da área do jogador nº 17.

 

Substituições:

65' - Saiu o José Alberto e entrou o RICARDO FACHADA (18).

65' - Saiu o Nuno Fernandes e entrou o NUNO NARCISO (16).

65' - Saiu o Sandro Ferreira e entrou o JOÃO PEDRO BACALHAU (21).

75' - Saiu o Ricardo Quaresma e entrou o LUIS GONÇALVES (11).

A partir dos 65 minutos, o Souza passou a capitanear a equipa.

Suplentes não utilizados: Flávio Ferreira, Paulo Filipe e Tó Nando.

Não convocados: Filipe Antunes e João Fonte.

Lesionados: António Faria, Sérgio Paulino, Jorge Ribeiro, Peres, Hélder Monteiro, Paulo Parafuso e João Rodrigues.

Disciplina:

Sport Clube União Campelense:

Cartão Amarelo aos 21 minutos para o Nº 22, por ter cortado um lance de ataque do F. C. Ota com a mão.

Cartão Amarelo aos 31 minutos para o Nº 9, por se ter desentendido com o Mário Djaló.

Cartão Amarelo aos 53 minutos para o Nº 28, por ter desviado a bola com o braço. 

Futebol Clube de Ota:

Cartão Amarelo aos 31 minutos para o Mário Djaló, por se ter desentendido com o jogador nº 9.

Cartão Amarelo aos 35 minutos para o Nuno Fernandes, por ter cometido uma falta perigosa sobre o jogador nº 28.

Cartão Amarelo aos 43 minutos para o Pedro Grilo, por ter cometido uma falta dura sobre o jogador nº 10.

Cartão Amarelo aos 50 minutos para o Ricardo Quaresma, por ter cometido uma falta perigosa sobre o jogador nº 7.

Cartão Amarelo aos 88 minutos para o Ricardo Fachada, por ter cometido uma falta dura sobre o jogador nº 10.

Cartão Amarelo aos 90+3 minutos para o Reginaldo Souza, por ter entrado de pé em riste sobre um adversário.

Cartão Vermelho Directo aos 89 minutos para o Nuno Narciso, por ter agredido um adversário.

Cartão Vermelho Directo aos 90+7 minutos para o João Pedro Bacalhau, por, supostamente, ter agredido um adversário.

Resultado ao intervalo: 1-0

 

Foto: Depois do guarda redes local se embrulhar com um colega de equipa, aos 22 minutos, a bola sobrou para o José Alberto que, em esforço a tocou para a baliza, valendo na circunstância o corte, para canto do jogador nº 22.

 

MARCHA DO MARCADOR:

1-0 aos 14 minutos pelo DJALÓ (na própria baliza). Canto batido na esquerda do ataque visitado, a bola baixou a trajectória junto ao primeiro poste, onde o Mário Djaló desviou-a, com o pé direito, directamente para a sua própria baliza.

1-1 aos 54 minutos por MÁRIO DJALÓ. Livre directo, em zona frontal à baliza do Campelense, batido com força pelo Pedro Grilo. A bola saiu à figura do guardião local que não a conseguiu segurar, aparecendo na recarga o Djaló a fazer o golo do empate.

2-1 aos 69 minutos pelo Nº 20. Livre directo, descaido para o lado esquerdo, batido pelo jogador nº 9, ao qual o Rui Correia correspondeu com uma defesa incompleta, aparecendo na recarga o jogador nº 20 a colocar, de novo, a sua equipa em vantagem.

3-1 aos 71 minutos pelo Nº 10. Livre batido, desde a zona da intermediária para a grande área, a bola foi cortada para a entrada da grande área, onde apareceu o jogador nº 10 a rematar forte, com a bola a bater no chão, antes de chegar ao nosso guarda redes, ganhando um efeito estranho, entrando com muita velocidade na nossa baliza.

 

Foto: Rui Correia antecipou-se ao Souza e ao jogador nº 20 do Campelense e encaixou a bola cruzada do lado direito.

 

CRÓNICA DO JOGO:

Pela segunda semana consecutiva, a equipa de Ota, deslocou-se ao terreno do adversário. Nesta 7ª jornada calhou, em sorte, a formação de Campelos.

Para este encontro, marcado pelas péssimas condições atmosféricas, com muito vento de ínicio e chuva intensa a partir dos 30 minutos de jogo, o técnico David Sopa escalou o seguinte onze: Na baliza a titularidade foi entregue ao Rui Correia. O quarteto defensivo foi composto, na direita pelo Ricardo Quaresma, na esquerda o Mário Djaló. Os centrais foram o Souza e o Caldeira. O trinco foi o Pedro Grilo, acompanhado nesse sector pelo duplo pivot constituido com o Márcio e o Sandro. No ataque jogaram, pela esquerda o Nuno Fernandes, pela direita o José Alberto e a ponta de lança actuou o João Manuel Bacalhau.

Começou melhor a equipa da casa, dispondo de duas boas oportunidades para marcar, logo aos 10 e 12 minutos. Na primeira ocasião, o jogador nº 10 rematou por cima da barra, depois de receber um cruzamento da direita. Na segunda, o jogador nº 17, rematou de fora da área, para uma grande defesa, desviando a bola para canto, do Rui Correia.

Com naturalidade, dado o bom arranque no jogo, a equipa local chegou à vantagem, quando o relógio marcava o décimo quarto minuto, numa infelicidade do nosso defesa esquerdo, que introduziu a bola na sua própria baliza, após a marcação de um canto do lado esquerdo do ataque do Campelense.

Aos 17 minutos, num lance entre um defesa local e o João Manuel Bacalhau, no interior da grande área do Campelense, reclamou-se penalty, mas na verdade a bola não nos pareceu ter sido desviada com o braço pelo defesa local.

Aos 20 minutos, o Nuno Fernandes bateu um livre directo, com a bola a passar por cima da barra da baliza do Campelense.

Aos 22 minutos, a equipa de Ota teve uma soberana oportunidade para empatar a partida, quando, após um livre marcado para a grande área, o guarda redes saiu, mas falhou a intercepção à bola, sobrando a mesma para os pés do José Alberto que, em esforço tentou introduzi-la na baliza adversária, aparecendo um defesa em carrinho a cortar a bola, junto ao poste esquerdo, para lá da linha de fundo.

Entretanto a partir da meia hora de jogo começou a chover com alguma intensidade e, devido a isso, ou não, o futebol praticado desceu muito de qualidade.

Até ao intervalo, a melhor oportunidade de golo pertenceu à equipa local, quando o jogador nº 7 recebeu a bola, completamente desmarcado e rematou, sobre o lado direito do ataque local, para uma grande defesa do Rui Correia, com a bola ainda a bater no poste direito da sua baliza.

Ao intervalo o resultado ajustava-se ao desenrolar dos acontecimentos no interior das quatro linhas.

 

Foto: O guarda redes do Campelense já está de gatas, à procura da bola que largou, depois do livre marcado pelo Grilo e, o Djaló, encoberto por diversos jogadores, já tem o seu pé direito preparado para fazer o golo do empate, fazendo-o na mesma baliza onde, na primeira parte havia feito o auto-golo. 

 

Na segunda parte, com as condições atmosféricas a piorarem consideravelmente, o sintético ficou muito escorregadio provocando, por vezes, algumas situações complicadas de analisar por parte da equipa de arbitragem.

Entrou melhor, neste segundo tempo, a equipa de Ota e nos primeiros minutos trocou a bola junto à baliza adversária, embora sem criar grandes oportunidades de golo.

Em resultado dessa boa atitude, a equipa de Ota chegou à igualdade aos 9 minutos da etapa complementar, através de uma recarga com êxito do Mário Djaló a um livre directo batido pelo Pedro Grilo.

A partir da igualdade o jogo entrou numa toada cada vez mais feia, com os jogadores preocupados mais em bater, do que propriamente em jogar à bola.

Aos 65 minutos, a equipa técnica de Ota fez três alterações de uma assentada, com as saidas do Sandro, José Alberto e Nuno Fernandes, por troca com o João Pedro Bacalhau, Ricardo Fachada e Nuno Narciso. Sem mexer no sistema táctico, os jogadores que entraram foram ocupar as mesmas posições do colegas que sairam.

Para grande infelicidade dos que entraram, sem que eles sejam directamente culpados do que aconteceu a seguir, a equipa local marcou dois golos em dois minutos, de lances de bola parada, sem que os jogadores que anteriormente tinham entrado pudessem ter mostrado o que quer que fosse em termos de jogo.

A perder por dois golos de diferença, o técnico David Sopa, fez a última alteração, com a saida do Quaresma por troca com o Luis Gonçalves. A equipa passou a jogar com três defesas (Djaló, Souza e Caldeira), três médios (Grilo, J. P. Bacalhau e Márcio) e quatro avançados (Narciso, Fachada, Luis e J. M. Bacalhau).

Aos 78 minutos, na ressaca de um canto batido na esquerda, a bola sobrou, à entrada da área, para os pés do Grilo que rematou muito forte, com a mesma a passar por cima da barra.

Aos 86 minutos, a equipa de Ota reduziu para 3-2, mas o golo obtido pelo João Manuel Bacalhau foi mal anulado pelo árbitro assistente do lado do ataque otense. O lance começou num livre marcado, desde a meia direita, pelo Ricardo Fachada, a bola sobrevoou a área e foi cair junto ao segundo poste, onde o guardião local sacudiu-a para a frente, precisamente para a cabeça do João Pedro Bacalhau que a cabeceou para o lado, aparecendo o João Manuel Bacalhau a fazer, com o pé esquerdo, o golo. O árbitro assistente anulou o lance por fora de jogo, ora ninguém neste lance estava nessa situação, logo, o lance foi mal anulado. No mesmo lance estão mais dois jogadores de Ota por perto, sem terem qualquer influência no mesmo e, ainda assim o Nuno Narciso estava em linha com o último defesa do Campelense e o Luis Gonçalves estava mesmo fora das quatro linhas, quando o J. P. Bacalhau deu de cabeça para o J. M. Bacalhau.

Na resposta e ainda quando os jogadores de Ota reclamavam, com toda a justiça, contra a anulação deste golo, a equipa local, através do jogador nº 11, entrou na área, pela direita, rematou forte, mas o Rui Correia defendeu com segurança.

A partir deste lance, o jogo acabou, e o que se viu até final do tempo de compensação dado pelo árbitro foi tudo menos futebol. Os jogadores envolveram-se em picardias desnecessárias, com claro prejuízo para a equipa de Ota, que viu dois dos seus jogadores serem expulsos com a amostragem do cartão vermelho directo.

Em resumo, a vitória assenta bem à equipa local, que na altura certa, ou seja, a meio da segunda parte fez dois golos em dois minutos e matou o jogo.

 

Foto: Mais uma boa intervenção do Rui Correia, a anular de forma eficiente uma oportunidade de golo para a equipa do Campelense.

 

ARBITRAGEM:

A equipa de arbitragem nomeada para a partida desta 7ª jornada, entre o Campelense e o F. C. Ota foi composta pelo João Souto (árbitro principal), André Paiva e Miguel Silva (árbitros assistentes).

Os critérios da arbitragem protagonizada pelo João Souto e respectivos auxiliares foram tendencionalmente caseiros.

Essa tendência, mais notada na segunda parte, foi enervando os nossos jogadores, quando em situações dúbias decidia sempre a favor da equipa local.

Em termos técnicos estiveram bem em não assinalar a grande penalidade reclamada pelo jogadores de Ota aos 17 minutos de jogo, mas borraram a pintura toda, nomeadamente o assistente André Paiva, quando aos 86 minutos anulou um golo legal à formação de Ota.

Em termos gerais, o João Souto foi inclinando o campo a favor dos locais, fê-lo de forma subtil, mas perfeitamente notada por todo o público presente no campo.

Em termos disciplinares estiveram bem na amostragem dos amarelos aos jogadores do F. C. Ota.

A expulsão do Narciso é inevitável, depois do nosso jogador dar uma «bélinha» na testa de um adversário, que momentos antes, com o jogo interrompido, tinham tido uma entrada muito dura sobre ele, mesmo na «fronha» do João Souto.

Em relação à expulsão do João Pedro Bacalhau não percebemos o motivo, o árbitro também não se apercebeu de nada e foi o assistente André Paiva que deu a ordem ao seu chefe de equipa.

Os jogadores do Campelense foram mais «comedidos» e só viram três amarelos, mas a verdade è que o João Souto deixou outros tantos no bolso por mostrar. Até aqui houve uma certa inclinação nos critérios.

Não percebemos como è que o jogador nº 9 ficou em campo, quando já depois de amarelado e com o jogo interrompido rematou uma bola para a baliza, com o Souto a encolher os ombros perante aquela ilegalidade.

        



publicado por BLOGOTA às 20:29
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De anonimo a 16 de Novembro de 2009 às 17:13
Caro amigo, quando numa equipa de futebol os jogadores é que querem mandar, nem que seja o melhor treinador do mundo consegue um bom resultado, o problema do Ota não era o treinador o problema da equipa dos seniores é que há 3 ou 4 jogadores que querem mandar.
Uma coisa concordo consigo Sr. Armando Beijinha um grande Homem que sempre ajudou o Futebol Clube de Ota.


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