PÁGINA PESSOAL DE RUI BRANCO


Domingo, 21 de Junho de 2009
IIª DIVISÃO DISTRITAL - SÉRIE 1 - A. F. LISBOA

ANÁLISE BLOGOTA – ÉPOCA 2008/2009

 

1ª PARTE

 

 

Sociedade Recreativa Desportiva Cheleirense

A equipa da freguesia de Cheleiros, concelho de Mafra, foi, muito justamente, a equipa vencedora desta série 1 da IIª divisão distrital de Lisboa. Durante as 34 jornadas da competição manteve-se sempre entre os dois primeiros lugares da classificação. Fez dos jogos em casa a sua principal arma para vencer esta série, ao ceder apenas um ponto na condição de equipa visitada frente ao Vila Nova da Rainha. Nos jogos com o Futebol Clube de Ota venceu ambos por duas bolas a uma, mas em nenhum deles mostrou ser muito superior à nossa equipa, aliás no jogo em Cheleiros fomos mesmo prejudicados por uma arbitragem a roçar a estupidez. No apuramento de campeão desta segunda divisão, a equipa de Cheleiros perdeu com o MTBA (1º da série 2) por uma bola a zero. O Cheleirense foi a equipa com mais vitórias obtidas (27) e menos golos sofridos (27). O seu melhor registo em termos de vitórias foi 9 consecutivas.

 

   

União Desporto e Recreio de Vila Nova da Rainha

A equipa do concelho de Azambuja começou na pole position, mas no arranque o «carro» foi-se abaixo e esta formação só arrancou para a subida de divisão a partir da 3ª jornada. Depois dos dois percalços iniciais a equipa fez uma brilhante série de vitórias apenas interrompida à 14ª jornada quando se deslocou a Ota e empatou a três bolas. Liderou a classificação durante algumas jornadas, mas uma série de 4 jogos sem vencer (2 empates e 2 derrotas) relegaram a equipa para a 2ª posição de onde nunca mais saiu até ao final da época, alcançando assim a tão desejada subida de divisão. Nas partidas com o F. C. Ota já referenciamos a realizada em Ota, que acabou empatada, num dos melhores jogos que assistimos esta época e no encontro realizado em Vila Nova da Rainha, a equipa local cilindrou a nossa formação e carimbou nesse dia a promoção à 1ª divisão distrital. A formação do concelho de Azambuja foi o melhor ataque da prova, com 95 golos obtidos. Esteve 23 jogos sem perder e conquistou 11 vitórias consecutivas.

 

   

Clube Desportivo A dos Cunhados

A formação de A dos Cunhados começou muito bem a época chegando a liderar a classificação, depois sensivelmente entre o final da primeira volta e o começo da segunda, a equipa caiu para a terceira posição, onde se foi mantendo, com ligeiras oscilações, até ao final da temporada. Como prémio pela boa época realizada ainda teve oportunidade de disputar um jogo de acesso à divisão superior, com o 3º classificado da série 2 (Águias de Camarate), acabando por perder por duas bolas a uma. Os jogos com o F. C. Ota saldaram-se por uma goleada em casa (6-0) e uma derrota em Ota (2-0).

 

   

Monte Agraço Futebol Clube

A formação do Sobral foi, em nossa opinião, a grande surpresa do campeonato. Durante a temporada andou sempre a espreitar os lugares cimeiros e na parte final da época teve mesmo hipótese de se chegar ao terceiro lugar, quando se deslocou a A dos Cunhados e perdeu por uma bola a zero. Tratou-se de uma equipa que praticou um futebol muito agradável, e como é óbvio estou-me a referir aos jogos com o F. C. Ota, ganhando ambos de forma clara por 1-2 em Ota, e 4-1 em Arruda dos Vinhos. Caso mantenha o plantel, reforçando um ou outro sector que me pareceu menos forte, será um forte candidato à subida de divisão na próxima época.

 

   

Associação Cultural Desportiva Recreativa Arneiros

A equipa do concelho de Torres Vedras realizou um campeonato muito regular, sempre entre os 6 primeiros da classificação. No entanto, pelo terceiro ano consecutivo, e apesar de ser considerada uma das candidatas a subir de divisão, acabou por não conseguir alcançar esse objectivo. Já na 2ª volta consegui chegar-se ao terceiro lugar, mas logo na jornada seguinte foi novamente ultrapassada pela formação de A dos Cunhados. Na parte final da época, já depois de receber o fax da A.F. Lisboa, que informava os clubes da não disputa da poule de acesso à 1ª divisão, entre os 3ºs classificados das duas séries, baixou os braços e caiu para a 5ª posição da tabela classificativa. Nos jogos com o F. C. Ota venceu em casa por 4-2 e em Ota perdeu por uma bola a zero.

 

   

Cerca Futebol Clube

Outra equipa que fez um campeonato muito certinho, sempre na parte de cima da tabela classificativa e a espreitar a possibilidade de alcançar o 3º lugar. Tal como os seus vizinhos de Arneiros, quando receberam o fax da Associação também se desmotivaram e começaram a perder jogos de forma algo surpreendente. A uma semana do fim do campeonato a Associação alterou a decisão anteriormente tomada e voltou a marcar a realização de um jogo de apuramento à 1ª divisão distrital, entre os 3ºs classificados de ambas as séries. Esta decisão, absolutamente inacreditável da entidade organizadora, prejudicou esta equipa, bem como o Arneiros e ainda o Monte Agraço, que poderiam ter lutado até ao final da época pelo 3º lugar na tabela classificativa. Nas partidas disputadas com o F. C. Ota o saldo foi favorável à nossa equipa, com um empate a duas bolas na Cerca e uma vitória por 2-0, em Ota, no último jogo oficial da temporada 2008/2009.

 

   

Clube Recreativo Império de Anços

Este clube do concelho de Sintra, que vinha de duas épocas na série 2 da A.F. Lisboa, nas quais terminou nos últimos lugares da classificação, foi também uma agradável surpresa, pela juventude do seu plantel e também pela forma honesta com que procuraram disputar as suas partidas, nomeadamente contra o F. C. Ota. Foi a melhor das equipas que cedo ficaram a uma distância dos seis primeiros e só por isso merecem os nossos parabéns. Fizeram uma época equilibrada em termos de resultados. Contra o F. C. Ota começaram por perder em casa por três bolas a zero, mas depois vingaram-se na visita à nossa localidade com uma vitória por duas bolas a uma.

 

   

Sport Clube União Campelense

Começou muito bem o campeonato e à 8ª jornada ocupava a 4ª posição da tabela classificativa. Após esta fase, a equipa começou a somar resultados menos positivos e cedo ficou arredada da luta pela subida de divisão. Foi durante muitas jornadas a melhor equipa, daquelas que ficaram para trás na classificação, mas na recta final do campeonato perdeu esse lugar, acabando em 8º lugar. Foi uma formação de ataque, alcançou a bonita soma de 67 golos marcados (4ª equipa mais concretizadora), mas também sofreu muitos golos, mais precisamente 69 (3ª equipa mais batida). Muito irregular nos resultados, foi nos jogos em casa que a equipa foi mais forte e somou mais pontos. Nas partidas com o F. C. Ota venceu ambas pelo mesmo resultado, 1-3 em Ota, e 3-1 em Campelos.

 

   

Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense

Esta equipa do concelho de Mafra começou muito mal esta edição da IIª divisão distrital e só à 11ª jornada conseguiu a sua primeira vitória. A certa altura da época, o Barreiralvense, parecia condenado a ocupar permanentemente o último posto da classificação. No entanto, numa alteração radical do plantel entre o final da 1ª volta e começo da 2ª, veio dar outra dinâmica à equipa, que após uma série de bons resultados subiu vários degraus na classificação, terminando a época no meio da tabela. Foi a equipa que alcançou mais empates na competição (10). Os dois encontros com o F. C. Ota terminaram empatados: 2- 2 na Barreiralva e 0-0 em Ota.



publicado por BLOGOTA às 17:51
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Terça-feira, 10 de Março de 2009
VIDEOS DO JOGO DA 22ª JORNADA

Livre contra o F. C. Ota, com a bola a passar por cima da barra.

Entrada dura sobre o José Alberto, no último lance da 1ª parte.

Expulsão do Hélder Monteiro.

Diogo segura a bola depois de um canto marcado na direita do ataque visitante.

Canto contra o Barreiralvense sem causar grande perigo.

 



publicado por BLOGOTA às 19:55
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Domingo, 8 de Março de 2009
FUTEBOL CLUBE DE OTA 0 - G. C. R. BARREIRALVENSE 0

CAMPEONATO DISTRITAL DA II DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA 

22ª JORNADA

Foto (onze inicial do F. C. Ota): Sandro, Paulo Silva, Flávio, Paulino, João Franco, José Alberto, Rodolfo, Carlos Santos, Quaresma, Pedro Pereira e Leiróz.

Foto: Onze titular do Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

12 FLÁVIO FERREIRA
4 CARLOS SANTOS
5 RODOLFO LOPES
11 JOÃO FRANCO
19 RICARDO QUARESMA
14 PAULO SILVA
21 SANDRO FERREIRA (Cap)
8 PEDRO PEREIRA
9 JOSÉ ALBERTO
10 SÉRGIO PAULINO
7 DAVID LEIRÓZ

Foto: O primeiro remate da equipa de Ota à baliza adversária surgiu aos 5 minutos, através do Pedro Pereira, com o guarda redes adversário a defender com segurança.

 

Substituições:

30' - Saiu o Flávio Ferreira e entrou o DIOGO (1).

38' - Saiu o Rodolfo Lopes e entrou o MÁRCIO CARVALHO (20).

66' - Saiu o Sérgio Paulino e entrou o HÉLDER MONTEIRO (6).

82' - Saiu o Pedro Pereira e entrou o ANTÓNIO FARIA (5).

Suplentes não utilizados: Carlos Paiva e João Fonte.

Disciplina:

Futebol Clube de Ota:

Cartão Amarelo aos 13 minutos para o Ricardo Quaresma (por ter cometido uma falta à entrada da grande área sobre o Nº 16).

Cartão Amarelo aos 68 minutos para o Paulo Silva (por indicação do árbitro auxiliar do lado da assistência).

Cartão Amarelo aos 90+3 minutos para o Diogo (por ter demorado a repôr a bola em jogo na marcação de um pontapé de baliza).

Cartão Vermelho Directo aos 45+2 minutos para o David Leiróz (por se ter envolvido numa quezília com o jogador Nº 8).

Cartão Vermelho Directo aos 74 minutos para o Hélder Monteiro (por ter agredido um adversário antes da marcação de um canto contra a equipa visitada).

Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense:

Cartão Amarelo aos 70 minutos para o Nº 6 (por ter cometido uma falta dura sobre o Hélder Monteiro).

Cartão Amarelo aos 74 minutos para o Nº 22 (por protestos)

Cartão Amarelo aos 80 minutos para o Nº 21 (por protestos dirigidos ao árbitro desde o banco de suplentes).

Cartão Amarelo aos 83 minutos para o Nº 16 (por sucessivos protestos contra as decisões da equipa de arbitragem).

Resultado ao Intervalo: 0-0

Foto: Aos 19 minutos o Leiróz teve esta oportunidade de golo, que acabou por falhar. No entanto o lance acabou anulado pelo árbitro auxiliar devido a um muito duvidoso fora de jogo do nosso ponta de lança.

 

MARCHA DO MARCADOR:

Nada a registar. 

Foto: Aos 22 minutos, na sequência de um livre batido na esquerda, a bola saiu ao segundo poste, onde apareceu o Nº 8 em boa posição para marcar, mas com o ângulo muito reduzido, o melhor que fez foi rematar para fora.

 

CRÓNICA DO JOGO:

Segundo domingo consecutivo a jogar em casa, desta feita com árbitros nomeados pela A. F. Lisboa. Excelente tarde de sol, boa temperatura ambiente e pouco público a assistir a este jogo a contar para a 22ª jornada do distrital da segunda divisão lisboeta.

O técnico Diogo Carvalho montou a mesma táctica para este encontro contra o Barreiralvense, mas teve que trocar algumas unidades em relação ao passado domingo. Assim sendo, sairam do onze titular o Artur Dias, Jorge Ribeiro, Nuno Narciso e Carlos Paiva, por troca com o Carlos Santos, José Alberto, Sérgio Paulino e Pedro Pereira.

A equipa alinhou de início com o Flávio entre os postes, tendo à sua frente um quarteto defensivo composto pelo Carlos Santos na direita, Quaresma na esquerda, Rodolfo e João Franco a centrais. O duplo pivot de meio campo foi composto pelo Paulo Silva e Sandro Ferreira. À frente desse pivot jogou o Pedro Pereira. Na linha da frente jogaram o Paulino na esquerda, o José Alberto na direita e o Leiróz a ponta de lança.

Os primeiros minutos de jogo, e no fundo toda a primeira parte, não faziam antever as peripécias que ocorreram, nomeadamente quando o árbitro apitou para o intervalo e no decorrer de todo o segundo tempo.

Na primeira parte assistimos a um jogo algo monótono e bastante mal jogado, a equipa de Ota foi a primeira a alvejar a baliza adversária, através de um remate do Pedro Pereira, sem causar grande perigo. Depois a equipa do Barreiralvense subiu de produção e começou a dominar o encontro, sem criar no entanto grandes situações para concretizar.

Aos 19 minutos o Leiróz surgiu isolado na grande área e só com o guarda redes pela frente tocou a bola com demasiada força fazendo-a passar por cima da barra. Este lance foi anulado, porque no entendimento do árbitro auxiliar, o nosso jogador estava deslocado em relação à linha defensiva do adversário.

Aos 22 minutos a equipa da Barreiralva beneficiou de um livre na esquerda, a bola foi colocada ao segundo poste, onde apareceu o Nº 8, já com pouco ângulo, a rematar para fora.

A primeira de muitas contrariedades da equipa de Ota, no decurso deste noventa minutos, surgiu aos 28 minutos quando numa saida mais destemida o Flávio Ferreira caiu em conjunto com o Carlos Santos e um adversário e saiu lesionado desse lance, acabando por ser substituido pelo Diogo aos 30 minutos de jogo.

Pouco depois de estar em campo e sem ter tido um aquecimento conveniente, o Diogo bateu uma bola para a frente de ataque e ficou a queixar-se da sua coxa. Outro guarda redes lesionado, que mesmo em dificuldades acabou por fazer a restante partida entre os postes.

Ao minuto trinta e sete deste primeiro tempo, a equipa visitante teve uma boa oportunidade para inaugurar o marcador, mas o cabeceamento do Nº 18 saiu ao lado da baliza à guarda do Diogo. 

Aos 38 minutos, mais um contratempo para a equipa de Ota com a saida por lesão do Rodolfo por troca com o regressado, também de lesão, Márcio Carvalho.

No último lance da primeira parte o José Alberto sofreu uma entrada muito dura e embateu com alguma violência no muro de protecção. Esta situação originou um enorme tumulto entre os jogadores, que culminou com a expulsão do David Leiróz.

Foto: Aos 30 minutos o Flávio Ferreira saiu lesionado no seu joelho direito.

 

Na segunda parte, e a jogar com menos um elemento a equipa de Ota entrou melhor e encostou o seu adversário à grande área, sem no entanto criar grandes situações de golo.

Aos 63 minutos o Paulo Silva isolou o Paulino sobre a esquerda, já no interior da grande área, e este rematou ao lado do poste direito do Barreiralvense.

Entretanto o jogo ia decorrendo com as três equipas a realizarem uma péssima exibição, aos 65 minutos o árbitro deixou por assinalar uma grande penalidade indiscutível contra o F. C. Ota.

Aos 66 minutos o Sérgio Paulino deu o seu lugar ao Hélder Monteiro, que apenas esteve em campo oito minutos, porque foi expulso por ter agredido um adversário antes da marcação de um canto contra a equipa de Ota.

Aos 82 minutos foi a vez do Pedro Pereira sair do campo lesionado, entrando para o seu lugar o António Faria.

Nos últimos minutos o Márcio Carvalho voltou a lesionar-se e terminou a partida em claras dificuldades fisícas.

Convém dizer que oportunidades claras de golo neste segundo tempo não existiram, com graves responsabilidades para a equipa visitante que a jogar contra 7 jogadores, mais dois lesionados (um deles, o guarda redes), não tiveram capacidade para criar uma única situação clara para marcar.

O Barreiralvense não soube aproveitar a vantagem numérica em campo, 29 minutos contra dez e os restantes contra nove jogadores, para além dos já referidos jogadores em inferioridade física.

Quanto à equipa de Ota, o azar e a infelicidade continuam a ser um parceiro estratégico esta época, fazer noventa minutos de jogo, onde cinco jogadores se lesionam e dois são expulsos, e ainda assim conseguir somar mais um ponto para a classificação geral, è obra. Parabéns a todos os jogadores que se desdobraram em esforços para garantir pelo menos um ponto na partida desta tarde.

Foto: Na primeira parte, na sequência de um canto na direita, apareceram dois jogadores do Barreiralvense em boa posição para cabecear para a baliza do F. C. Ota, mas ambos falharam e a bola acabou por sair pela linha de fundo.

 

ARBITRAGEM:

Ainda há bem pouco tempo, mais concretamente no dia 25 de Janeiro, o Ricardo Sanches esteve em Ota a arbitrar o jogo contra o Monte Agraço, e na altura realizou um trabalho globalmente positivo.

Hoje, com o auxílio do Tiago Martins e do Jorge Soares, fez um trabalho inverso ao realizado anteriormente, ou seja, globalmente mauzinho, para não dizer mesmo péssimo.

E até começaram bem, com uma primeira parte bem conduzida, apesar de falharem nas amostragem de algumas cartolinas amarelas.

O pior, e o que os enervou aconteceu quando o Ricardo apitou para o intervalo, depois do José Alberto ter sido violentamente colhido por um adversário que o enviou de encontro ao muro de protecção do campo. Durante alguns segundos gerou-se a confusão entre os jogadores e no meio daqueles distúrbios o árbitro terá descortinado algo que o levou a expulsar o David Leiróz. Ora bem, o Ricardo Sanches sabia que o Leiróz e o Nº 8 do Barreiralvense estavam «picados» devido a um lance anterior e voltaram a entrar em quezílias nesta situação. Em nossa opinião teria sido mais pedagógico se tivesse expulso os dois jogadores que eram reincidentes na troca de mimos.

A verdade è que este lance enervou a equipa de arbitragem que na segunda parte realizou um trabalho desastroso.

Muitos lances mal ajuizados, quer em termos técnicos, quer disciplinares, sem colocarmos em causa a justeza da expulsão do Hélder Monteiro.

Dos muitos erros acumulados, destacamos um aos 59 minutos quando o José Alberto partia em situação de contra ataque pela esquerda, foi agarrado pelo Nº 9, a falta foi assinalada mas o cartão ficou no bolso, e outro aos 65 minutos quando um jogador do Barreiralvense foi rasteirado no interior da grande área, e o árbitro mandou o jogo prosseguir.

Há dias assim, mau...muito mau, mas a verdade è que os jogadores nunca facilitaram o trabalho do trio de arbitragem.

 



publicado por BLOGOTA às 18:29
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
VIDEOS DO JOGO DA 5ª JORNADA

Livre contra o F. C. Ota, cabeçada de um jogador local, e grande defesa para canto do Machado.

Outro livre contra o F. C. Ota, Machado defende mas a bola ressalta num adversário e quase que entra na baliza.

Sandro bate o livre directo, o guarda redes não segura e na recarga o Paulo Silva faz o primeiro golo do F. C. Ota.

Sandro bate outro livre directo e leva a bola a bater com estrondo na barra do Barreiralvense.

Ainda o Sandro de livre directo, desta vez para uma defesa dificil do guardião local.

 



publicado por BLOGOTA às 19:45
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Domingo, 26 de Outubro de 2008
G. C. R. BARREIRALVENSE 2 - FUTEBOL CLUBE DE OTA 2

 CAMPEONATO DISTRITAL DA II DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA 

5ª JORNADA

Foto (da esquerda para a direita): Flávio, Pedro Pereira, Quaresma, Leiroz, Faria, Machado, Paulo Silva, Souza, Marco Maria, Paulino e Sandro.

Foto: O onze inicial do Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

12 JORGE MACHADO
19 RICARDO QUARESMA
13 REGINALDO SOUZA
5 ANTÓNIO FARIA
7 MARCO MARIA
14 PAULO SILVA
20 SANDRO FERREIRA (Cap)
2 FLÁVIO ANSELMO
8 PEDRO PEREIRA
10 SÉRGIO PAULINO
17 DAVID LEIROZ

Foto: Lançamento de linha lateral efectuado pelo Quaresma, mas no coração da área os defesas da casa saltaram mais alto e aliviaram a bola das imediações da sua baliza.

 

Substituições:

45' - Ao intervalo saiu o Flávio Anselmo e entrou o HÉLDER MONTEIRO (6).

73' - Saiu o Paulo Silva e entrou o CARLOS SANTOS (4).

80' - Saiu o Pedro Pereira e entrou o JOSÉ ALBERTO (9).

Suplentes não utilizados: José Júlio, Artur Dias, João Franco e Carlos Paiva.

Não Convocados: Diogo, Flávio Ferreira, Rodolfo Lopes, Márcio Carvalho, Nuno Narciso e David Sopa.

Disciplina:

Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense:

Cartão Amarelo aos 63 minutos para o Nº 17  (por ter protestado contra uma decisão do árbitro).

Cartão Amarelo aos 66 minutos para o Nº 8 (pelo facto de ao ser substituido ter optado por sair pelo lado mais longe e ainda por cima ter tirado a camisola de jogo no interior das quatro linhas).

Cartão Amarelo aos 78 minutos para o Nº 7 (por ter cometido uma falta dura sobre o Carlos Santos).

Cartão Amarelo aos 83 minutos para o Nº 3 (por ter empurrado o António Faria quando o jogo estava interrompido).

Futebol Clube de Ota:

Cartão Amarelo aos 54 minutos para o Marco Maria (por ter cometido uma falta dura sobre o jogador nº 17).

Cartão Amarelo aos 68 minutos para o Sérgio Paulino (por ter cometido uma falta perigosa sobre o jogador nº 17).

Resultado ao Intervalo: 2-1

Foto: A bola vai cair aos pés do Pedro Pereira, ali à entrada da área, que não perduou e fez o golo do empate.

 

MARCHA DO MARCADOR:

1-0 aos 15 minutos pelo Nº 3. Livre na direita do ataque local, a bola foi colocado à entrada da pequena área, onde apareceu o defesa central a cabecear para o fundo das redes visitantes, fazendo a bola entrar junto ao poste esquerdo do Machado.

2-0 aos 21 minutos pelo Nº 5. Novo livre apontado na zona do meio campo, a bola foi bombeada para a grande área, onde estava sem marcação o outro defesa central a fazer o segundo golo, novamente de cabeça.

2-1 aos 44 minutos por PAULO SILVA. Livre marcado pelo Sandro na esquerda do ataque visitante, a bola saiu forte e bateu no chão antes de chegar ao guarda redes, que não conseguiu blocar a mesma, saindo para a sua frente, precisamente para os pés do Paulo Silva que não teve dificuldade em recarregar com êxito.

2-2 aos 63 minutos por PEDRO PEREIRA. Lançamento de linha lateral na esquerda executado pelo Marco Maria, a bola chegou à pequena área, onde um defesa aliviou mesmo para a entrada da área, precisamente para o Pedro Pereira que com o pé direito fez a bola entrar junto ao poste direito do Barreiralvense.

 

Foto: Pedro Pereira depois de marcar o golo do empate, dedicou-o aos colegas que estavam no banco de suplentes. 

 

CRÓNICA DO JOGO:

Finalmente à terceira deslocação desta época a equipa de Ota conseguiu conquistar o seu primeiro ponto na condição de visitante.

Tratou-se de uma deslocação a um pelado idêntico ao de Ota, em dimensões, mas algo irregular e com muitas pedras no seu rectângulo de jogo.

Para esta partida o técnico Joaquim Arroja não podia contar com seis unidades, que por motivos de lesão estão fora das opções técnicas.

Para agravar mais a situação dois desses seis elementos são guarda redes.

Não foi portanto dificil para o técnico convocar 18 elementos, foi só retirar os lesionados e estava encontrada a convocatória para a 5ª jornada do Campeonato Distrital da IIª divisão, da Associação de Futebol de Lisboa.

Em relação ao onze que na passada semana jogou para a 1ª eliminatória da Taça, houve duas alterações com as saidas do José Júlio e Hélder Monteiro, por troca com o Marco Maria e o Sérgio Paulino.

A equipa apresentou-se no habitual 4x4x2, com Jorge Machado entre os postes, acompanhado na zona defensiva pelo Quaresma, Souza, Faria e Marco Maria. O trinco foi o Paulo Silva tendo à sua frente o Sandro. A médio direito jogou o Flávio e na esquerda posicionou-se o Pedro Pereira. O duo de ataque foi constituido pelo Paulino e o Leiroz.

A equipa entrou muito bem no jogo e criou logo duas situações de golo pelo Leiroz e também num remate do Paulino à barra da baliza do Barreiralvense à passagem do minuto seis.

A verdade è que quem não marca arrica-se a sofrer e foi isso que aconteceu aos 15 minutos, num lance de bola parada, com muitas responsabilidades para a forma como a equipa de Ota fez as marcações na sua grande área.

Ainda não refeitos da desilusão inicial e a equipa de Ota, passados seis minutos, encaixava o segundo golo, tirado quase a papel químico do primeiro.

A meio da primeira parte já equipa da casa vencia por dois a zero, mas sinceramente nem os jogadores da casa acreditavam no que lhes estava a acontecer, tal era a facilidade com que fizeram os golos.

A equipa de Ota ressentiu-se desses dois golos de rajada e a verdade è que durante alguns minutos pairou no ar o fantasma das goleadas sofridas nas duas partidas anteriores.

O Barreiralvense acreditou que podia resolver o jogo e se possivel golear através de lances de bola parada e tentou em todos os livres colocar a bola, por alto, junto à pequena área, até o guarda redes local pedia aos seus colegas para rematarem directo à baliza, tal era a fé, mas pouco antes do intervalo teve que engolir essas palavras depois de sofrer um golo em que teve graves responsabilidades.

Na parte final da primeira parte a equipa de Ota reagiu e começou a acercar-se da área adversária. Aos 42 minutos ficou por marcar uma grande penalidade na àrea do Barreiralvense, depois de um defesa impedir o Leiroz de chegar à bola em condições favoráveis para marcar.

Importante foi mesmo o golo obtido pelo Paulo Silva a um minuto do intervalo e que levou a equipa para as cabines com boas possibilidades para dar a volta ao marcador no segundo tempo.

Foto: Quaresma teve aqui uma boa oportunidade para fazer o terceiro golo, mas o defesa antecipou-se e cortou a bola pela linha de fundo. 

 

Ao intervalo o Flávio Anselmo ficou nos balneários, entrando para o seu lugar o Hélder Monteiro.

Com esta alteração a equipa ficou disposta em 4x3x3, com o mesmo quarteto defensivo e trinco, passando o Pedro Pereira a acompanhar o Sandro como pivots de toda a manobra ofensiva da equipa. O trio de ataque ficou composto com o Leiroz à esquerda, o Hélder na direita e o Paulino em cunha entre os centrais adversários.

A equipa entrou muito motivada e cheia de garra para dar a volta ao resultado e logo aos 11 minutos do segundo tempo o Sandro na conversão de um livre directo, em zona frontal à baliza, rematou forte, com a bola a espirrar na barra do Barreiralvense.

O mote estava dado e o que vimos a equipa de Ota fazer durante o segundo tempo fez lembrar os melhores momentos quer da época passada, quer principalmente da anterior.

Só para terem uma ideia a equipa da casa não rematou com perigo uma única vez no segundo tempo, nem sequer tiveram possibilidades para o tentarem através de bola parada.

Foi com inteira justiça que o Pedro Pereira conseguiu repor a igualdade no marcador quando o cronómetro marcava os 63 minutos de jogo.

Aos 73 minutos saiu o Paulo Silva já fisicamente esgotado e entrou o Carlos Santos que veio dar outra dinâmica nas recuperações de bola a meio campo.

Aos 77 minutos o Leiroz teve uma boa jogada individual pela esquerda, culminada com um cruzamento atrasado para a entrada da área, onde estava completamente desmarcado o Pedro Pereira que rematou de primeira, com a bola a subir muito e a passar por cima da barra.

Aos 80 minutos saiu o Pedro Pereira (lesionado) e entrou o José Alberto.

Os últimos minutos foram jogados em constante pressing sobre a baliza adversária, consquistaram-se livres, cantos e criaram-se suficientes oportunidades para vencer este encontro, mas a verdade è que a equipa também não teve uma pontinha de sorte e acabou por trazer apenas uma ponto desta deslocação ao concelho de Mafra.

Em suma, e pela segunda parte que a equipa de Ota fez, só podia haver um vencedor na partida desta tarde, mas como os erros defensivos pagam-se caro a equipa visitante trouxe um empate da Barreiralva, mas com sabor a derrota. Apesar de tudo e após duas derrotas bem pesadas, a equipa estancou a ferida e irá, assim esperamos, sará-la por completo já na próxima jornada. 

Foto: No final da partida os jogadores e árbitros cumprimentaram-se de forma cordial.

 

ARBITRAGEM:

Fábio Sempão foi o árbitro nomeado para a partida desta tarde. Os seus auxiliares foram o António Franco e o Mário Soares.

No cômputo geral o trio de arbitragem fez um encontro de fraco nível, com prejuízo para amabas as equipas.

Na verdade ninguém pode acusar este trio de favorecer uma das equipas porque os erros foram tantos e não escolheram cor.

O erro mais flagrante para a equipa de Ota foi o não assinalar de uma grande penalidade contra o Barreiralvense, aos 42 minutos, quando o Leiroz è impedido de chegar a uma bola no interior da área, após a marcação de um canto na direita.

Mas não ficaram por aqui, a equipa da casa também tem razões de queixa em alguns lances.

De resto, foras de jogo mal assinalados, livres inventados, outros que eram falta e passaram em claro, enfim o menu de erros foi tão extenso que tornaria fastidioso ler este comentário. 

Para completar o ramalhete até agressões houve entre jogadores, mesmo nas barbas do árbitro auxiliar do lado dos bancos e do árbitro principal que passaram sem qualquer admoestação.

Enfim, jogos da IIª divisão distrital, também não podemos pedir mais? Ou podemos? È que estes senhores fazem-se pagar demasiadamente bem para a qualidade que apresentam a cada domingo nos campos onde vão passeando a sua falta de jeito para a função do apito.

 



publicado por BLOGOTA às 19:19
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008
DESPORTO NA REGIÃO

Segundo informação disponibilizada no site SintraSport, a União Recreativa das Mercês, concelho de Sintra, volta a ter futebol onze federado quatro anos após a suspensão da actividade sénior. O primeiro jogo oficial desta formação, neste seu regresso à competição em provas organizadas pela A. F. Lisboa, decorre precisamente em Ota, em partida a contar para a Pré – Eliminatória da Taça da Associação de Futebol de Lisboa, no próximo dia 14 de Setembro.

 

A Sociedade Recreativa Desportiva Cheleirense disputa este ano a série 1, da IIª Divisão Distrital. O verde e branco são as cores que representam esta colectividade desde 1957. O clube pertence à freguesia de Cheleiros, no concelho de Mafra. Os seus jogos são disputados no pelado do campo das Arroteias. Na passada temporada o Cheleirense disputou a série 2, da IIª Divisão Distrital ficando posicionado na 6ª posição com 44 pontos obtidos em 28 jogos. Obtiveram 13 vitórias, 5 empates e 10 derrotas. Marcaram 38 golos e sofreram 48.

 

Outro dos opositores da formação Otense è o Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense, da localidade de Barreiralva, concelho de Mafra. Esta colectividade foi fundada em 1977 e tem como cores principais no equipamento o amarelo e o azul. Tem no campo Senhora da Lapa o seu recinto jogos, com piso de terra batida. Em 2007/2008 quedaram-se na 14ª posição, na mesma série 2, com um total de 20 pontos em 28 jogos. Obtiveram apenas 4 vitórias, 8 empates e 16 derrotas. Marcaram 18 golos e sofreram 54.

 

O terceiro clube do concelho de Mafra a calhar em sorte esta época ao F. C. Ota è o Alcainça Atlético Clube, da freguesia de São Miguel de Alcainça. Fundado em 1950, o Alcainça realiza os seus jogos no pelado com o mesmo nome e as suas cores são o azul e branco. Na passada temporada e também na série 2, esta equipa ficou em 8º lugar, com 34 pontos, obtidos nos mesmos 28 jogos, com 10 vitórias, 4 empates e 14 derrotas. Marcaram 33 golos e sofreram 56.

 

Provavelmente a deslocação mais longa que o clube Otense terá que efectuar será ao norte do concelho de Sintra, freguesia de Montelavar, onde perto do apeadeiro da linha de caminhos de ferro do Oeste, na Pedra Furada, se localiza o pelado onde o Império de Anços realiza as suas partidas na condição de visitado. Na época passada esta formação, na mesma série dos clubes anteriores, ficou na 12ª posição, com 23 pontos. Conquistaram 6 vitórias, 5 empates e 17 derrotas. Obtiveram 27 golos e sofreram 58.

 

Bem mais próximo de nós localiza-se o campo Municipal do Sobral de Monte Agraço, pelado onde a formação local, o Monte Agraço Futebol Clube realiza as suas partidas. Esta colectividade surgiu em 1921 e o verde e branco são as suas cores principais. Em 2006/2007 a equipa de Ota defrontou esta formação, em jogo a contar para a Taça da Associação de Futebol de Lisboa, e venceu por 5-3, após prolongamento. Na passada temporada a equipa do Sobral ficou em 11º lugar com 29 pontos. Obtiveram 8 vitórias, 5 empates e 15 derrotas e marcaram 33 golos, sofrendo em contrapartida 56. Filipe Graça treinador da equipa sobralense está no mercado à procura de um guarda redes para se juntar a Márcio, depois de Flávio (ex-júnior do Carregado) ter abandonado o plantel por motivos profissionais. O Plantel do Monte Agraço Futebol Clube è o seguinte: Márcio (Guarda Redes); Sérgio Dinis, David, João Alves (ex-Vila Nova da Rainha), Vasco (ex-Santiago), Hugo Népia, Diogo Bernardes (ex-júnior), Flávio (ex-Santiago), José Mota e Rui Assunção (ex-Livramento) (Defesas); Neves, Ricardo Matos (ex-Santiago), João Paulo (ex-Fanhões), Gregório, Neves, Cobra, Ivo Russo (ex-Vila Nova da Rainha), Mariano (ex-Vila Franca do Rosário) e Sandro (ex-Vilafranquense) (Médios); Henriques, André Diogo, Carlitos (ex-Castanheira), Frederico (ex-Cheganças) e Hélder (Avançados).

 

O Santiago Futebol Clube è um clube da freguesia de Santiago Velhos, do concelho de Arruda dos Vinhos. Trata-se portanto de uma deslocação também aceitável para as possibilidades financeiras de um clube como o de Ota. O campo desta colectividade è pelado. Em 2007/2008 o clube ficou em 10ª lugar na série 2, da IIª Divisão Distrital, da A. F. Lisboa com 30 pontos. Conquistaram 9 vitórias, 3 empates e 16 derrotas. Marcaram 39 golos e sofreram 58.

 

A Cerca Futebol Clube, segundo o blog Ultrascerca, tem praticamente o seu plantel definido para a época 2008/2009, o qual será composto pelos seguintes jogadores: Bruno, Miguel e Arcelino (Guarda Redes); Nico, Jorge (ex-Coutada), Nélson, Costa, Nuno e Zezinho (Defesas); David, Jaime, Gonçalo (ex-júnior Casalinhense), João Paulo, Kevin, João, Caboz, Kária, Bruno Serrote (ex-Fonte Grada), André Serrote e Edivaldo (ex-Bocal) (Médios); Renildo e Paulão (ex-Coutada) (Avançados). O treinador será Afonso Costa e segundo o mesmo blog o plantel poderá ser completado com mais um ou dois jogadores.

 

O Futebol Clube de Ota depois de duas semanas de treinos já definiu quais os jogadores que estavam à experiência que irão fazer parte do plantel para a próxima época. Assim sendo, regista-se o regresso do defesa direito Ricardo Quaresma ao clube Otense depois de uma temporada de interregno, também o Reginaldo Souza deixa o lugar entre os postes e regressa após duas temporadas nessa posição a um lugar no meio campo e ainda o Vítor Romão, jogador que anteriormente jogou no Torreense, para ocupar uma posição no centro do terreno. Depois do jogo de apresentação segue-se uma semana com dois treinos (terça e sexta) e um jogo de preparação (quinta – feira), em Vila Chã de Ourique, frente ao Ouriquense.

 

A União Desporto e Recreio de Vila Nova da Rainha já fez duas partidas de preparação para a próxima época. Na primeira, no relvado natural de Samora Correia perderam por 7-2 e no passado sábado em casa frente ao Santiago venceu por 4-1, com o primeiro golo da partida a ser obtido pelo ex-F. C. Ota Luis Gonçalves.

 

A Sociedade Recreativa de Cheganças deslocou-se no passado sábado à vila da Castanheira e perdeu por 4-0 contra o Juventude da Castanheira.

 

Para a 1ª eliminatória da Taça de Portugal a equipa da Associação Desportiva do Carregado deslocou-se ao terreno do Castrense e venceu por três bolas a duas, passando assim à eliminatória seguinte.



publicado por BLOGOTA às 18:54
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