PÁGINA PESSOAL DE RUI BRANCO


Sábado, 5 de Junho de 2010
IIª DIVISÃO DISTRITAL - SÉRIE 1 - A. F. LISBOA

ANÁLISE BLOGOTA – ÉPOCA 2009/2010

 

2ª PARTE

 

 

SPORT CLUBE UNIÃO CAMPELENSE

 

A equipa de Campelos fez dos jogos em casa a sua principal força. Num campo onde a pressão dos espectadores sobre a equipa de arbitragem se fez notar como em mais nenhum outro, para além da motivação dos jogadores visitados, essa situação fez toda a diferença. Talvez por isso, o Campelense, foi a terceira melhor equipa da competição, a jogar em casa. Nos jogos fora a equipa não consegue manter o mesmo rendimento e acabou por fazer poucos pontos nessa condição, o que a fez cair para o sétimo lugar da geral. Nas partidas com o F. C. Ota, confirmou-se mesmo a tendência acima referida, ou seja, ganhou em casa, por 3-1 e, perdeu em Ota, por 3-2.

 

 

FUTEBOL CLUBE DE OTA

 

Em relação à equipa de Ota, já pouco mais há para dizer, a não ser reforçar o facto evidente de termos feito uma 1ª volta para esquecer, contrapondo com uma segunda volta ao nível dos dois primeiros classificados. Foi nos jogos em casa que conseguimos amealhar a esmagadora maioria dos pontos, tendo apenas perdido por duas vezes, contra o Cheganças (1ª jornada) e Atalaia (5ª jornada). Nos jogos fora fomos menos eficazes e só conseguimos vencer por duas vezes, precisamente em Cheganças e na Atalaia, vingando desta forma as derrotas consentidas em Ota. No final das contas ficamos com um golo positivo entre os marcados (36) e os sofridos (35). Fomos ainda, o primeiro classificado, das equipas que utilizaram campos pelados.

 

 

ASSOCIAÇÃO MURTEIRENSE

 

A equipa da Murteira, do concelho do Cadaval, entrou nesta competição disposta a lutar pela subida de divisão, mas cedo se percebeu que ia ficar muito aquém desse objectivo. Tiveram, ainda assim, uma entrada positiva no campeonato, mas no final da 1ª volta já ocupavam o sétimo lugar. Na 2ª volta a prestação da equipa piorou significativamente e acabou mesmo por terminar em nono lugar, depois de ser ultrapassada pela equipa do Furadouro e Ota. Nos jogos com a equipa de Ota empatou ambos, a uma bola na condição de visitante e, como visitada, a duas bolas no seu pelado.

 

 

SOCIEDADE RECREATIVA DE CHEGANÇAS

 

Apesar do excelente começo de campeonato, apenas uma derrota nas primeiras sete jornadas, a equipa de Cheganças veio em decréscimo de produção até cair no final na antepenúltima posição da geral classificativa. O seu calcanhar de aquiles foi os jogos em casa, onde apenas conseguiu duas vitórias, precisamente contra os dois últimos classificados. Um pouco contra natura, a formação da freguesia de Triana, fez mais pontos fora de casa (12), do que no seu pelado (11) e isso fez toda a diferença quanto a alcançar um melhor lugar na classificação final. Nos jogos com o F. C. Ota confirmou isso mesmo, ao ganhar em Ota por 2-3 e perder em casa por 2-4.

 

 

UNIÃO RECREATIVA E DESPORTIVA DE ATALAIA

 

A formação do alto concelho alenquerense livrou-se do último lugar na última jornada, graças ao empate com a Cerca e à vitória do F. C. Ota sobre a Pedra, aliado ainda ao facto de ter uma melhor diferença de golos que o seu adversário directo. No entanto a equipa da Atalaia, após a recuperação do F. C. Ota, andou sempre, nomeadamente na 2ª volta, pelo último posto da classificação. Foi a formação menos concretizadora do campeonato, com apenas 15 golos marcados e a segunda pior defesa, com 47 golos sofridos. Nas partidas com o F. C. Ota, conquistou a sua única vitória fora de portas, ao vencer nos Linhais por uma bola a zero, mas acabou derrotada em casa, por duas bolas a uma.

 

 

CENTRO SOCIAL DESPORTIVO CULTURAL PEDRA

 

A formação da Pedra realizou uma primeira volta aceitável, conquistando 10 pontos, graças a três vitórias em casa. O pior aconteceu mesmo na segunda volta, onde a equipa apenas conquistou um ponto no terreno do Campelense. Acabou por ficar em último lugar, graças a uma ponta final do campeonato desastrosa, onde inclusivamente perdeu no terreno do, à data, último classificado. Nos jogos com a equipa de Ota venceu em casa por duas bolas a zero, e perdeu em Ota por 4-1. Foi a equipa mais goleada da competição, com 71 golos sofridos.



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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010
VIDEOS DO JOGO: F. C. OTA 3 - CAMPELENSE 2

Livre batido pelo Quaresma à figura do guarda redes do Campelense.

Quaresma, de livre directo, para uma defesa segura do guarda redes.

Márcio, num contra ataque rápido, rematou ao lado da baliza do Campelense.

A nova fanfarra de Ota.

Livre contra o FC Ota, ao qual correspondeu o Daniel com uma defesa segura.

 



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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010
A. F. LISBOA - 2ª DIVISÃO DISTRITAL - 18ª JORNADA

2ª Divisão Distrital - A. F. Lisboa - Série 1
18ª Jornada - Resultados – 13/02/2010
CERCA 2 CHEGANÇAS 2
MURTEIRENSE 3 PEDRA 1
SÃO PEDRO 1 FURADOURO 3
ATALAIA 0 SOBREIRENSE 1
ARNEIROS 3 CASALINHENSE 4
F. C. OTA 3 CAMPELENSE 2

 


2ª Divisão Distrital - A. F. Lisboa - Série 1
Classificação – 14/02/2010
Pos. Clube J. V. E. D. G.M. G.S. Pontos
CASALINHENSE 18 12 3 3 37 24 39
ARNEIROS 18 12 2 4 46 25 38
SOBREIRENSE 18 10 2 6 26 21 32
CERCA 18 8 5 5 42 26 29
FURADOURO 18 8 5 5 33 29 29
SÃO PEDRO  18 7 6 5 41 26 27
CAMPELENSE 18 7 5 6 33 28 26
F. C. OTA 18 5 7 6 28 28 22
MURTEIRENSE 18 6 4 8 25 32 22
10º CHEGANÇAS 18 4 6 8 32 38 18
11º PEDRA 18 3 2 13 21 54 11
12º ATALAIA 18 2 1 15 10 41 7

 


Na 18ª jornada, da série 1, da 2ª divisão distrital de Lisboa, marcaram-se 25 golos, mais quatro que na jornada anterior, passando a média para 4,17 golos por jogo. As equipas visitadas marcaram 12 golos, enquanto as visitantes fizeram-no por 13 vezes. Registou-se um empate, duas vitórias caseiras e três vitórias forasteiras.

O Futebol Clube de Ota conquistou a sua terceira vitória consecutiva, frente ao Campelense e continua invicto nesta 2ª volta, é, aliás, a única equipa nesta situação, em 7 jogos. A vitória obtida sobre a equipa de Campelos foi justa e merecida, apesar de no final termos sofrido um pouco para garantir os três pontos. A equipa de Ota manteve-se no oitavo posto, agora a 4 pontos do sétimo, que é, precisamente o Campelense.

A Sociedade Recreativa de Cheganças deslocou-se ao sintético da Cerca e conquistou um ponto, após empatar com o clube local a duas bolas. Ambas as equipas mantiveram as posições na tabela classificativa.

A União Recreativa e Desportiva da Atalaia continua a perder consecutivamente, embora o faça com «scores» equilibrados. Nesta jornada, em casa, frente ao Sobreirense, voltou a perder pela margem mínima. Com esta vitória a equipa de Sobreiro Curvo aproximou-se do segundo lugar.

O grande jogo da jornada disputou-se em Arneiros, com a visita do segundo classificado, o Casalinhense. A vitória sorriu à formação de Casalinhos de Alfaiata, por números bem equilibrados e que denotam que terá sido uma grande partida de futebol. Com este resultado, as duas equipas trocaram de posição na classificação.

Na Murteira, a Associação Murteirense regressou às vitórias, depois de receber e bater a Pedra, por três bolas a uma. Ambas as formações mantiveram a posição na tabela.

O Furadouro, a realizar uma segunda volta de grande nível, deslocou-se a São Pedro e venceu por três bolas a uma, subindo do 7º lugar para o quinto posto. Por sua vez, a equipa de São Pedro da Cadeira, com duas derrotas consecutivas, já desceu para o sexto lugar.

No próximo Domingo, dia 21 de Fevereiro, disputa-se a 19ª jornada, com o Futebol Clube de Ota (8º) a visitar o terreno do Casalinhense (1º). Trata-se do grande jogo da jornada, até porque em campo estarão as duas melhores equipas desta segunda volta do campeonato. A de Ota conquistou 17 pontos e a de Casalinhos 18, nestas 7 jornadas. Na 1ª volta, registou-se um empate a uma bola nos Linhais.

A S. R. Cheganças (10º) recebe no seu pelado a equipa da Associação Murteirense (9º). Quatro pontos separam estas equipas, mas se a de Alenquer quiser recuperar uma posição na tabela, terá de vencer este encontro, para se aproximar deste rival. Na 1ª volta, a equipa da Murteira, venceu por 2-1.

A U. R. D. Atalaia (12º) desloca-se ao Furadouro (5º), onde a espera uma equipa em grande forma, a fazer uma extraordinária segunda volta, sendo de prever uma tarefa muito complicada para a formação do alto concelho de Alenquer. Na 1ª volta, a Atalaia, perdeu por uma bola a zero.

Outro grande jogo em perspectiva, é o que oporá o Sobreirense (3º) ao Arneiros (2º). A equipa de Sobreiro Curvo para sonhar com os postos de acesso à subida de divisão, terá que necessariamente vencer este jogo. Quanto à equipa de Arneiros, após duas derrotas consecutivas, terá que regressar às vitórias, sob pena de arriscar novamente «morrer» à beira da praia, com o apuramento de subida ali tão perto de alcançar. Na 1ª volta, a formação de Arneiros, venceu por quatro bolas a uma.

O Campelense (7º) e a Cerca (4º) defrontam-se em Campelos, com o favoritismo a pender para o lado da equipa da casa. Na 1ª volta, a Cerca, venceu por duas bolas a uma.

Finalmente, temos a Pedra (11º) contra o São Pedro (6º). Trata-se de uma partida entre duas equipas a passar uma má fase, esperando-se que a da casa se transcenda e conquiste os três pontos.

 

Todas as imagens do encontro entre o F. C. Ota e o Campelense (18ª jornada) em: http://picasaweb.google.com/ptblogota/20100214FCOta3Campelense2#

 

  



publicado por BLOGOTA às 20:49
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010
FUTEBOL CLUBE DE OTA 3 - S. C. U. CAMPELENSE 2

CAMPEONATO DISTRITAL IIª DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA

18ª JORNADA - ÉPOCA 2009-2010

Foto (da esquerda para a direita): Sandro, Daniel, Márcio, Souza, Fachada, Bacalhau, Narciso, Djaló, Quaresma, Fernandes e Grilo.

Foto: Onze inicial do Sport Clube União Campelense, de Torres Vedras.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

1 DANIEL DUARTE
19 RICARDO QUARESMA
9 REGINALDO SOUZA
26 MÁRIO DJALÓ
25 NUNO FERNANDES
22 PEDRO GRILO
7 MÁRCIO CARVALHO
8 SANDRO FERREIRA (Cap.)
18 RICARDO FACHADA
16 NUNO NARCISO
23 JOÃO MANUEL BACALHAU

 

Foto: O João Manuel Bacalhau, aos 21 minutos, rematou à entrada da grande área, para uma grande defesa do guardião do Campelense.

 

Substituições:

45' - Ao intervalo saiu o Ricardo Fachada e entrou o HÉLDER MONTEIRO (6).

67' - Saiu o Nuno Narciso e entrou o JOSÉ ALBERTO (14).

67' - Saiu o Márcio Carvalho e entrou o JORGE RIBEIRO (20).

76' - Saiu o Sandro Ferreira e entrou o PERES (4).

76' - Saiu o João Manuel Bacalhau e entrou o JOÃO FONTE (24).

Nota: A partir do minuto 76, a braçadeira de capitão passou para o Pedro Grilo.

Nota: A partir do minuto 86, a braçadeira de capitão passou para o Souza.

Suplentes não utilizados: Filipe Antunes e Bruno Caldeira.

Não convocados: Rui Correia, Tó Nando, Luis Gonçalves, Paulo Filipe e João Rodrigues.

Lesionados: António Faria, Sérgio Paulino, Flávio Ferreira e Paulo Parafuso.

Castigado: João Pedro Bacalhau

Disciplina:

Futebol Clube de Ota:

Cartão Amarelo aos 61 minutos para o Márcio Carvalho, por ter protestado contra uma decisão da equipa de arbitragem.

Cartão Amarelo aos 63 minutos para o Reginaldo Souza, por ter protestado contra uma decisão da equipa de arbitragem.

Cartão Amarelo aos 86 minutos para o Pedro Grilo, por ter cortado um lance com o braço.

Cartão Amarelo aos 86 minutos para o Pedro Grilo, por ter protestado contra a decisão anterior do árbitro.

Cartão Vermelho, por acumulação de amarelos, para o Pedro Grilo, aos 86 minutos de jogo.

Cartão Vermelho Directo, aos 90+5 minutos, para o Ricardo Quaresma, por ter tido uma atitude incorrecta e grosseira com o jogador nº 15. 

Sport Clube União Campelense:

Cartão Amarelo aos 53 minutos para o Nº 4, por ter cometido uma falta perigosa sobre o Pedro Grilo.

Cartão Amarelo aos 71 minutos para o Nº 10, por ter protestado contra uma decisão do árbitro.

Resultado ao intervalo: 2-1

 

Foto: Sandro, após a obtenção do golo do empate, aos 29 minutos, festejou-o com o Quaresma e o Grilo, perante o olhar do árbitro do jogo. 

 

MARCHA DO MARCADOR:

0-1 aos 5 minutos pelo NUNO FERNANDES (na própria baliza). Após uma jogada de insistência do ataque do Campelense, a bola chegou ao lado esquerdo, junto à linha de fundo, onde o extremo executou um cruzamento tenso, ao qual o Nuno Fernandes na pequena área, correspondeu com um cabeceamento defeituoso, acabando por colocar a bola no sua própria baliza, perante a incapacidade de reação do Daniel Duarte, que nada pôde fazer para evitar o golo.

1-1 aos 29 minutos por SANDRO FERREIRA. Nuno Narciso ganhou a linha de fundo, pelo lado esquerdo e cruzou para a área, onde o guarda redes falhou o soco na bola. A mesma foi para os pés do Fachada que, vendo o Sandro em melhor posição, lhe entregou a bola na zona central da grande área para um remate rasteiro e colocado ao poste direito do Campelense.

2-1 aos 45+2 minutos por JOÃO MANUEL BACALHAU. Na sequência de um lançamento de linha lateral, executado do lado esquerdo pelo Quaresma, a bola viajou até à entrada da pequena área, onde um defesa visitante cabeceou para a sua baliza, valendo o guarda redes a sacudir o esférico para a sua frente. No meio de dois defesas do Campelense, o João Manuel Bacalhau foi mais lesto e oportuno, esticou a perna direita e empurrou o esférico para o fundo das redes.

3-1 aos 74 minutos por JOÃO MANUEL BACALHAU. Após uma desantenção defensiva da equipa visitante, o nosso ponta de lança ganhou a bola, entrou na área, descaido para o lado direito e à saida do guarda redes bateu o esférico com o pé direito, para o fundo das malhas da baliza do Campelense.

3-2 aos 90+5 minutos pelo Nº 15. Numa altura em que a equipa de Ota jogava com nove jogadores, a equipa visitante pressionou bastante a nossa defensiva. Numa dessas situações a bola foi cruzada para a entrada da pequena área, aparecendo o jogador nº 15, muito oportuno a fechar o marcador deste jogo.

Foto: Lance que deu o segundo golo da equipa de Ota, apontado pelo João Manuel Bacalhau, depois do guarda redes sacudir esta bola para o seu raio de acção.

 

CRÓNICA DO JOGO:

A jornada 18, do Campeonato Distrital da IIª divisão, estava marcada para Sábado, mas por motivos relacionados com o Torneio de Escolas realizado, ontem, no Parque de Jogos dos Linhais, o jogo do F. C. Ota com o Campelense ficou marcado para o Domingo de Carnaval.

Para além dos habituais intérpretes, tivemos também a presença de uma equipa de reportagem do programa "Liga dos Últimos" da RTP que filmou o jogo.

O jogo ficou marcado pelo muito frio que se fez sentir em Ota, com o tempo enublado e com algum vento à mistura.

O técnico David Sopa não mexeu no onze titular da passada jornada, mantendo o Daniel entre os postes, com o Quaresma na direita e o Nuno Fernandes na esquerda da defesa. Os centrais foram o Souza e o Djaló. O trinco foi o Grilo, acompanhado pelo Sandro e o Márcio, como duplo pivot de meio campo. Na frente o João Manuel Bacalhau jogou a ponta de lança, com o apoio na direita do Fachada e na esquerda do Narciso.

Ainda as equipas se estudavam mutuamente quando, numa infelicidade do defesa esquerdo do F. C. Ota, a equipa forasteira adiantou-se no marcador.

A equipa de Ota não se deixou impressionar pelo golo sofrido e partiu em busca do golo da igualdade. Aos 8 minutos, o João Manuel Bacalhau, após um canto marcado na direita pelo Narciso, cabeceou forte, mas a bola saiu ao lado da baliza visitante.

Aos 16 minutos, o Narciso recepcionou uma bola no interior da área, rodou e rematou de pronto, com a bola a sair ao lado.

Aos 17 minutos, o Fachada fez um cruzamento/remate do lado direito, com a bola a encaminhar-se para o ângulo superior direito, valendo na circunstância o guarda redes a desviá-la para canto.

Aos 19 minutos, o Bacalhau cruzou desde o lado esquerdo, a bola foi para o Fachada que, vendo o Márcio em melhor posição, lhe endossou o esférico, com a este a não conseguir finalizar com êxito, graças à pressão efectuada por um defesa contrário.

Aos 21 minutos, novamente o João Manuel Bacalhau, isolou-se e rematou forte e rasteiro, correspondendo o guardião visitante com uma grande defesa.

A pressão da equipa de Ota era permanente e adivinhava-se que o golo do empate surgiria a qualquer momento. Apesar disso, aos 27 minutos, o jogador nº 10 bateu um livre directo, do lado direito, ao qual correspondeu o Daniel Duarte com uma boa defesa.

Aos 29 minutos, surgiu por fim o golo empate, por esta altura já mais que merecido, através de uma boa finalização do capitão Sandro Ferreira.

A parte final do primeiro tempo continuou com a equipa de Ota a dominar o jogo, ainda assim aos 37 minutos, o jogador nº 11, isolado na esquerda da grande área, rematou cruzado, com o Daniel a defender a bola com segurança.

Aos 44 minutos, o João Manuel Bacalhau rematou forte, de fora da área, com a bola a passar ao lado do poste esquerdo do Campelense.

Finalmente, no último minuto de compensação, dos primeiros quarenta e cinco minutos, o João Manuel Bacalhau, muito oportuno e mais rápido que os seus adversários, colocou a sua equipa em vantagem, fazendo-se justiça no marcador, quando as equipas recolheram às cabines.

Foto: Aos 59 minutos, o Hélder Monteiro, esteve muito perto de fazer o terceiro golo, valendo na circunstância um milagre a evitá-lo. 

 

No segundo tempo a equipa de Ota voltou disposta a resolver bem cedo a questão dos três pontos em disputa nesta partida.

Para o efeito, o técnico David Sopa, deixou nos balneários o Ricardo Fachada e fez entrar para o seu lugar o Hélder Monteiro.

Logo no segundo minuto, da etapa complementar, o Márcio apareceu em boa posição, no interior da área, para finalizar, mas o seu remate fez a bola passar por cima da barra.

No minuto seguinte, a equipa do Campelense, respondeu com um remate de fora da área do jogador nº 5, com a bola a passar rente ao poste esquerdo da baliza do Daniel.

Aos 53 minutos, a equipa do Campelense, teve uma grande oportunidade para empatar, quando o jogador nº 8 atirou ao poste esquerdo da baliza do F. C. Ota, com a bola a passar depois à frente da baliza, valendo o Sandro, junto ao poste direito a atirar o esférico pela linha de fundo.

Aos 56 minutos, o Quaresma tentou a sua sorte de livre directo, com o guarda redes adversário a segurar bola com eficiência.

Aos 58 minutos, o Márcio arrancou isolado para a baliza adversária e rematou forte, com a bola a passar próxima do poste direito da baliza do Campelense.

No minuto seguinte, foi a vez do Hélder ter nos pés o terceiro golo, mas um verdadeiro milagre evitou que isso acontecesse.

Aos 64 minutos, o jogador nº 15, ao segundo poste, na sequência de um canto, rematou torto.

No minuto seguinte, o jogador nº 2, rematou forte e o Daniel defendeu a bola com segurança.

À medida que o jogo se aproximava do fim, as duas equipas iam, cada vez mais procurando alcançar o golo, numa toada de, ora atacavam eles, ora atacavámos nós.

Aos 67 minutos registaram-se duas alterações para a equipa de Ota, com as entradas do José Alberto e Jorge Ribeiro, por troca com o Nuno Narciso e o Márcio Carvalho.

O Hélder Monteiro, após estas alterações, derivou para a esquerda do ataque, enquanto o José Alberto ficou na direita. O Jorge Ribeiro foi jogar para a zona intermediária, ao lado do Sandro.

Aos 74 minutos, numa bela iniciativa individual do João Manuel Bacalhau, a equipa de Ota chegou ao terceiro golo e deixou a questão dos três pontos quase definida.

Aos 76 minutos, a equipa técnica de Ota, fez as últimas alterações no onze, com as saidas do Sandro Ferreira e do João Manuel Bacalhau, por troca com o Peres, um regresso após prolongada lesão, que se saúda, e o João Fonte.

No último quarto de hora a equipa adversária pressionou a de Ota, em busca de um golo que a relançasse na discussão do jogo, mas a nossa equipa estava segura.

Aos 84 minutos, o jogador nº 15 isolou-se, do lado direito, entrou na área e rematou forte, com a bola a sair rente ao poste esquerdo da baliza do F. C. Ota.

Nos últimos cinco minutos de jogo e no tempo de compensação a equipa de Ota enervou-se inexplicavelmente e viu-se privada de dois jogadores por expulsão, fazendo com a equipa adversária acreditasse que seria possivel chegar ao empate.

Aos 86 minutos, o Pedro Grilo viu o cartão amarelo porque terá desviado uma bola com o braço. O nosso jogador não concordou com a decisão do árbitro e terá protestado repetidamente até que o árbitro entendeu mostrar-lhe novamente o amarelo, seguido de vermelho e, lá foi o nosso trinco tomar banho mais cedo.

Aos 90+3 minutos, o Quaresma não se conteve após ter sido, supostamente, agredido pelo jogador nº 15 e cometeu uma infração disciplinarmente grave sobre este mesmo jogador, acabando expulso do jogo com a amostragem do vermelho directo.

A jogar com nove elementos a equipa de Ota teve que suportar um último forcing da equipa adversária que ainda produziu efeitos, aos 90+5 minutos, quando o jogador nº 15 reduziu para 3-2.

Completamente escusados estes minutos finais de aflição para a equipa de Ota, porque tiveram sempre o jogo controlado, foram a melhor equipa em campo e venceram com inteira justiça.

 

Foto: Aos 74 minutos, neste lance, o João Manuel Bacalhau fez o terceiro golo para a sua equipa, após uma boa jogada individual. 

      

ARBITRAGEM:

O trio de arbitragem nomeado para o encontro desta tarde, foi composto pelo Ricardo Ribeiro (árbitro principal), Raul Silva e Vitor Gomes (árbitros assistentes).

Em termos técnicos, estiveram muito bem no ajuizamento dos lances no decurso dos noventa minutos de jogo.

No capítulo disciplinar registámos algumas incongruências nas decisões mais complicadas de tomar; A expulsão do Quaresma foi justa, embora nos pareça que se o jogador nº 15 o tivesse acompanhado na deslocação mais cedo para os balneários, também não ficaria mal ter tomado essa decisão.

A expulsão do Pedro Grilo, por acumulação de amarelos, já é mais complicada de aceitar, até porque não vimos, nem ouvimos, nada de grave que tivesse obrigado o Ricardo e mostrar os dois cartões amarelos de forma consecutiva e quase imediata.

Aos 69 minutos, o jogador nº 2 do Campelense deu um pontapé nas costas do Hélder Monteiro, quando ambos se encontravam caidos no pelado. Neste lance o árbitro assistente do lado do público tinha obrigação de ter visto esta agressão sem bola.

Os cinco minutos de compensação, dados pelo árbitro no final dos noventa minutos, pareceu-nos justo. Agora prolongar esses 5 minutos para quase 8 minutos é que nos pareceu no mínimo imprudente, para não dizer completamente despropositado.

 



publicado por BLOGOTA às 18:54
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
VIDEOS DO JOGO: S. C. U. CAMPELENSE vs F. C. OTA

1-0, para o Campelense, obtido através de um auto-golo do Djaló.

Reclamou-se penalty contra o Campelense, mas não existiu falta.

Livre directo, batido por cima da barra, pelo Nuno Fernandes.

2-1 para o Campelense, obtido na recarga a um livre directo.

Golo mal anulado à equipa de Ota, quando faltavam 5 minutos para o fim.

 



publicado por BLOGOTA às 18:39
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
A. F. LISBOA - 2ª DIVISÃO DISTRITAL - 7ª JORNADA

2ª Divisão Distrital - A. F. Lisboa - Série 1
7ª Jornada - Resultados – 15/11/2009
CHEGANÇAS 4 CERCA 4
PEDRA 1 MURTEIRENSE 3
FURADOURO 0 SÃO PEDRO 4
SOBREIRENSE 1 ATALAIA 0
CASALINHENSE 1 ARNEIROS 2
CAMPELENSE 3 F. C. OTA 1

  


2ª Divisão Distrital - A. F. Lisboa - Série 1
Classificação – 15/11/2009
Pos. Clube J. V. E. D. G.M. G.S. Pontos
SOBREIRENSE 7 4 2 1 12 6 14
CASALINHENSE 7 4 1 2 12 9 13
CAMPELENSE 7 3 3 1 16 9 12
CERCA  7 3 3 1 16 10 12
SÃO PEDRO  7 3 2 2 17 9 11
ARNEIROS 7 3 2 2 12 11 11
CHEGANÇAS 7 2 4 1 17 13 10
MURTEIRENSE 7 3 1 3 13 12 10
FURADOURO 7 2 2 3 13 12 8
10º ATALAIA 7 2 0 5 3 16 6
11º PEDRA 7 1 1 5 6 24 4
12º F. C. OTA 7 0 3 4 6 11 3

 


Na 7ª jornada, da série 1, da 2ª divisão distrital, da A. F. de Lisboa, marcaram-se 24 golos, subindo a média, em relação á jornada anterior, para 4 golos por jogo. As equipas visitadas marcaram 10 golos, enquanto as visitantes fizeram-no por 14 vezes. Houve apenas um empate nas seis partidas disputas, duas vitórias para as equipas visitadas e três para as visitantes.

Após disputadas sete jornadas, temos uma série muito equilibrada, na qual a distância pontual entre o primeiro e o oitavo classificado è de apenas 4 pontos.

O Futebol Clube de Ota continua sem vencer e, pior que isso, já vai na terceira derrota consecutiva. Esta jornada, a equipa jogou frente ao Campelense e, perdeu por três bolas a uma. A nossa equipa continua sem descolar do último lugar, enquanto a formação de Campelos subiu ao terceiro lugar, a apenas dois pontos do primeiro classificado.

A Sociedade Recreativa de Cheganças continua sem vencer no seu terreno, mas vai dando espectáculo, nomeadamente neste jogo contra a Cerca, que terminou empatado a quatro bolas. A formação do concelho de Alenquer desceu para a sétima posição, enquanto a da Cerca desceu de segunda para quarta classificada.

A União Recreativa e Desportiva de Atalaia deslocou-se ao campo do Sobreirense e perdeu pela margem mínima. Com esta vitória, a equipa de Sobreiro Curvo, assumiu, isolada, a liderança desta série 1, enquanto a formação alenquerense manteve o décimo posto.

O Casalinhense, anterior líder da classificação, recebeu e perdeu contra o Arneiros, descendo para o segundo lugar, enquanto o seu adversário subiu do oitavo para o sexto posto, após conquistar sete pontos nas últimas três jornadas.

A Associação Murteirense, após duas derrotas consecutivas, voltou ás vitórias, frente à Pedra, que já vai em três derrotas consecutivas.

Quem também está em alta é a formação de São Pedro, com duas vitórias consecutivas, subiu ao quinto posto. Nesta jornada deslocou-se ao sintético do Furadouro e venceu por quatro bolas a zero.

Na próxima ronda, a oitava do campeonato, o Futebol Clube de Ota (12º) regressa ao seu pelado para defrontar o Casalinhense (2º). Será que è desta que a nossa equipa alcança a primeira vitória na competição?

A S. R. de Cheganças (7º) desloca-se ao campo da Associação Murteirense (8º). Espera-se um jogo equilibrado, entre duas equipas com o mesmo número de pontos.

A U. R. D. Atalaia (10º) recebe o Furadouro (9º), com ambas as regressarem de derrota, espera-se também, um encontro equilibrado.

O líder Sobreirense (1º) desloca-se a Arneiros (6º). Trata-se de uma partida entre duas equipas a atravessar uma boa fase. O factor casa poderá ser determinante.

Outro jogo entre primeiros é o que oporá a Cerca (4º) contra o Campelense (3º). Para além de se esperar um jogo equilibrado, espera-se ainda uma partida com muito golos, porque de facto elas costumam-no fazer com grande assiduidade.

O São Pedro (5º) recebe, em sua casa, a Pedra (11º), esperando-se com alguma naturalidade a vitória, sem grandes complicações, da equipa visitada.

 

Todas as imagens do encontro entre o Campelense e o F. C. Ota (7ª jornada) em: picasaweb.google.com/ptblogota/20091115Campelense3FCOta1#

 



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Domingo, 15 de Novembro de 2009
S. C. U. CAMPELENSE 3 - FUTEBOL CLUBE DE OTA 1

CAMPEONATO DISTRITAL IIª DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA

7ª JORNADA - ÉPOCA 2009-2010

 

Foto (da esquerda para a direita): Grilo, Fernandes, Quaresma, Djaló, José Alberto, J. M. Bacalhau, Caldeira, Rui Correia, Souza, Márcio e Sandro.

Foto: Onze titular do Sport Clube União Campelense.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

12 RUI CORREIA
19 RICARDO QUARESMA
9 REGINALDO SOUZA
15 BRUNO CALDEIRA
26 MÁRIO DJALÓ
22 PEDRO GRILO
8 SANDRO FERREIRA (Cap)
7 MÁRCIO CARVALHO
14 JOSÉ ALBERTO
25 NUNO FERNANDES
23 JOÃO MANUEL BACALHAU
 

 

Foto: Neste lance, aos 12 minutos, o Rui Correia efectuou uma grande defesa para canto, após remate de fora da área do jogador nº 17.

 

Substituições:

65' - Saiu o José Alberto e entrou o RICARDO FACHADA (18).

65' - Saiu o Nuno Fernandes e entrou o NUNO NARCISO (16).

65' - Saiu o Sandro Ferreira e entrou o JOÃO PEDRO BACALHAU (21).

75' - Saiu o Ricardo Quaresma e entrou o LUIS GONÇALVES (11).

A partir dos 65 minutos, o Souza passou a capitanear a equipa.

Suplentes não utilizados: Flávio Ferreira, Paulo Filipe e Tó Nando.

Não convocados: Filipe Antunes e João Fonte.

Lesionados: António Faria, Sérgio Paulino, Jorge Ribeiro, Peres, Hélder Monteiro, Paulo Parafuso e João Rodrigues.

Disciplina:

Sport Clube União Campelense:

Cartão Amarelo aos 21 minutos para o Nº 22, por ter cortado um lance de ataque do F. C. Ota com a mão.

Cartão Amarelo aos 31 minutos para o Nº 9, por se ter desentendido com o Mário Djaló.

Cartão Amarelo aos 53 minutos para o Nº 28, por ter desviado a bola com o braço. 

Futebol Clube de Ota:

Cartão Amarelo aos 31 minutos para o Mário Djaló, por se ter desentendido com o jogador nº 9.

Cartão Amarelo aos 35 minutos para o Nuno Fernandes, por ter cometido uma falta perigosa sobre o jogador nº 28.

Cartão Amarelo aos 43 minutos para o Pedro Grilo, por ter cometido uma falta dura sobre o jogador nº 10.

Cartão Amarelo aos 50 minutos para o Ricardo Quaresma, por ter cometido uma falta perigosa sobre o jogador nº 7.

Cartão Amarelo aos 88 minutos para o Ricardo Fachada, por ter cometido uma falta dura sobre o jogador nº 10.

Cartão Amarelo aos 90+3 minutos para o Reginaldo Souza, por ter entrado de pé em riste sobre um adversário.

Cartão Vermelho Directo aos 89 minutos para o Nuno Narciso, por ter agredido um adversário.

Cartão Vermelho Directo aos 90+7 minutos para o João Pedro Bacalhau, por, supostamente, ter agredido um adversário.

Resultado ao intervalo: 1-0

 

Foto: Depois do guarda redes local se embrulhar com um colega de equipa, aos 22 minutos, a bola sobrou para o José Alberto que, em esforço a tocou para a baliza, valendo na circunstância o corte, para canto do jogador nº 22.

 

MARCHA DO MARCADOR:

1-0 aos 14 minutos pelo DJALÓ (na própria baliza). Canto batido na esquerda do ataque visitado, a bola baixou a trajectória junto ao primeiro poste, onde o Mário Djaló desviou-a, com o pé direito, directamente para a sua própria baliza.

1-1 aos 54 minutos por MÁRIO DJALÓ. Livre directo, em zona frontal à baliza do Campelense, batido com força pelo Pedro Grilo. A bola saiu à figura do guardião local que não a conseguiu segurar, aparecendo na recarga o Djaló a fazer o golo do empate.

2-1 aos 69 minutos pelo Nº 20. Livre directo, descaido para o lado esquerdo, batido pelo jogador nº 9, ao qual o Rui Correia correspondeu com uma defesa incompleta, aparecendo na recarga o jogador nº 20 a colocar, de novo, a sua equipa em vantagem.

3-1 aos 71 minutos pelo Nº 10. Livre batido, desde a zona da intermediária para a grande área, a bola foi cortada para a entrada da grande área, onde apareceu o jogador nº 10 a rematar forte, com a bola a bater no chão, antes de chegar ao nosso guarda redes, ganhando um efeito estranho, entrando com muita velocidade na nossa baliza.

 

Foto: Rui Correia antecipou-se ao Souza e ao jogador nº 20 do Campelense e encaixou a bola cruzada do lado direito.

 

CRÓNICA DO JOGO:

Pela segunda semana consecutiva, a equipa de Ota, deslocou-se ao terreno do adversário. Nesta 7ª jornada calhou, em sorte, a formação de Campelos.

Para este encontro, marcado pelas péssimas condições atmosféricas, com muito vento de ínicio e chuva intensa a partir dos 30 minutos de jogo, o técnico David Sopa escalou o seguinte onze: Na baliza a titularidade foi entregue ao Rui Correia. O quarteto defensivo foi composto, na direita pelo Ricardo Quaresma, na esquerda o Mário Djaló. Os centrais foram o Souza e o Caldeira. O trinco foi o Pedro Grilo, acompanhado nesse sector pelo duplo pivot constituido com o Márcio e o Sandro. No ataque jogaram, pela esquerda o Nuno Fernandes, pela direita o José Alberto e a ponta de lança actuou o João Manuel Bacalhau.

Começou melhor a equipa da casa, dispondo de duas boas oportunidades para marcar, logo aos 10 e 12 minutos. Na primeira ocasião, o jogador nº 10 rematou por cima da barra, depois de receber um cruzamento da direita. Na segunda, o jogador nº 17, rematou de fora da área, para uma grande defesa, desviando a bola para canto, do Rui Correia.

Com naturalidade, dado o bom arranque no jogo, a equipa local chegou à vantagem, quando o relógio marcava o décimo quarto minuto, numa infelicidade do nosso defesa esquerdo, que introduziu a bola na sua própria baliza, após a marcação de um canto do lado esquerdo do ataque do Campelense.

Aos 17 minutos, num lance entre um defesa local e o João Manuel Bacalhau, no interior da grande área do Campelense, reclamou-se penalty, mas na verdade a bola não nos pareceu ter sido desviada com o braço pelo defesa local.

Aos 20 minutos, o Nuno Fernandes bateu um livre directo, com a bola a passar por cima da barra da baliza do Campelense.

Aos 22 minutos, a equipa de Ota teve uma soberana oportunidade para empatar a partida, quando, após um livre marcado para a grande área, o guarda redes saiu, mas falhou a intercepção à bola, sobrando a mesma para os pés do José Alberto que, em esforço tentou introduzi-la na baliza adversária, aparecendo um defesa em carrinho a cortar a bola, junto ao poste esquerdo, para lá da linha de fundo.

Entretanto a partir da meia hora de jogo começou a chover com alguma intensidade e, devido a isso, ou não, o futebol praticado desceu muito de qualidade.

Até ao intervalo, a melhor oportunidade de golo pertenceu à equipa local, quando o jogador nº 7 recebeu a bola, completamente desmarcado e rematou, sobre o lado direito do ataque local, para uma grande defesa do Rui Correia, com a bola ainda a bater no poste direito da sua baliza.

Ao intervalo o resultado ajustava-se ao desenrolar dos acontecimentos no interior das quatro linhas.

 

Foto: O guarda redes do Campelense já está de gatas, à procura da bola que largou, depois do livre marcado pelo Grilo e, o Djaló, encoberto por diversos jogadores, já tem o seu pé direito preparado para fazer o golo do empate, fazendo-o na mesma baliza onde, na primeira parte havia feito o auto-golo. 

 

Na segunda parte, com as condições atmosféricas a piorarem consideravelmente, o sintético ficou muito escorregadio provocando, por vezes, algumas situações complicadas de analisar por parte da equipa de arbitragem.

Entrou melhor, neste segundo tempo, a equipa de Ota e nos primeiros minutos trocou a bola junto à baliza adversária, embora sem criar grandes oportunidades de golo.

Em resultado dessa boa atitude, a equipa de Ota chegou à igualdade aos 9 minutos da etapa complementar, através de uma recarga com êxito do Mário Djaló a um livre directo batido pelo Pedro Grilo.

A partir da igualdade o jogo entrou numa toada cada vez mais feia, com os jogadores preocupados mais em bater, do que propriamente em jogar à bola.

Aos 65 minutos, a equipa técnica de Ota fez três alterações de uma assentada, com as saidas do Sandro, José Alberto e Nuno Fernandes, por troca com o João Pedro Bacalhau, Ricardo Fachada e Nuno Narciso. Sem mexer no sistema táctico, os jogadores que entraram foram ocupar as mesmas posições do colegas que sairam.

Para grande infelicidade dos que entraram, sem que eles sejam directamente culpados do que aconteceu a seguir, a equipa local marcou dois golos em dois minutos, de lances de bola parada, sem que os jogadores que anteriormente tinham entrado pudessem ter mostrado o que quer que fosse em termos de jogo.

A perder por dois golos de diferença, o técnico David Sopa, fez a última alteração, com a saida do Quaresma por troca com o Luis Gonçalves. A equipa passou a jogar com três defesas (Djaló, Souza e Caldeira), três médios (Grilo, J. P. Bacalhau e Márcio) e quatro avançados (Narciso, Fachada, Luis e J. M. Bacalhau).

Aos 78 minutos, na ressaca de um canto batido na esquerda, a bola sobrou, à entrada da área, para os pés do Grilo que rematou muito forte, com a mesma a passar por cima da barra.

Aos 86 minutos, a equipa de Ota reduziu para 3-2, mas o golo obtido pelo João Manuel Bacalhau foi mal anulado pelo árbitro assistente do lado do ataque otense. O lance começou num livre marcado, desde a meia direita, pelo Ricardo Fachada, a bola sobrevoou a área e foi cair junto ao segundo poste, onde o guardião local sacudiu-a para a frente, precisamente para a cabeça do João Pedro Bacalhau que a cabeceou para o lado, aparecendo o João Manuel Bacalhau a fazer, com o pé esquerdo, o golo. O árbitro assistente anulou o lance por fora de jogo, ora ninguém neste lance estava nessa situação, logo, o lance foi mal anulado. No mesmo lance estão mais dois jogadores de Ota por perto, sem terem qualquer influência no mesmo e, ainda assim o Nuno Narciso estava em linha com o último defesa do Campelense e o Luis Gonçalves estava mesmo fora das quatro linhas, quando o J. P. Bacalhau deu de cabeça para o J. M. Bacalhau.

Na resposta e ainda quando os jogadores de Ota reclamavam, com toda a justiça, contra a anulação deste golo, a equipa local, através do jogador nº 11, entrou na área, pela direita, rematou forte, mas o Rui Correia defendeu com segurança.

A partir deste lance, o jogo acabou, e o que se viu até final do tempo de compensação dado pelo árbitro foi tudo menos futebol. Os jogadores envolveram-se em picardias desnecessárias, com claro prejuízo para a equipa de Ota, que viu dois dos seus jogadores serem expulsos com a amostragem do cartão vermelho directo.

Em resumo, a vitória assenta bem à equipa local, que na altura certa, ou seja, a meio da segunda parte fez dois golos em dois minutos e matou o jogo.

 

Foto: Mais uma boa intervenção do Rui Correia, a anular de forma eficiente uma oportunidade de golo para a equipa do Campelense.

 

ARBITRAGEM:

A equipa de arbitragem nomeada para a partida desta 7ª jornada, entre o Campelense e o F. C. Ota foi composta pelo João Souto (árbitro principal), André Paiva e Miguel Silva (árbitros assistentes).

Os critérios da arbitragem protagonizada pelo João Souto e respectivos auxiliares foram tendencionalmente caseiros.

Essa tendência, mais notada na segunda parte, foi enervando os nossos jogadores, quando em situações dúbias decidia sempre a favor da equipa local.

Em termos técnicos estiveram bem em não assinalar a grande penalidade reclamada pelo jogadores de Ota aos 17 minutos de jogo, mas borraram a pintura toda, nomeadamente o assistente André Paiva, quando aos 86 minutos anulou um golo legal à formação de Ota.

Em termos gerais, o João Souto foi inclinando o campo a favor dos locais, fê-lo de forma subtil, mas perfeitamente notada por todo o público presente no campo.

Em termos disciplinares estiveram bem na amostragem dos amarelos aos jogadores do F. C. Ota.

A expulsão do Narciso é inevitável, depois do nosso jogador dar uma «bélinha» na testa de um adversário, que momentos antes, com o jogo interrompido, tinham tido uma entrada muito dura sobre ele, mesmo na «fronha» do João Souto.

Em relação à expulsão do João Pedro Bacalhau não percebemos o motivo, o árbitro também não se apercebeu de nada e foi o assistente André Paiva que deu a ordem ao seu chefe de equipa.

Os jogadores do Campelense foram mais «comedidos» e só viram três amarelos, mas a verdade è que o João Souto deixou outros tantos no bolso por mostrar. Até aqui houve uma certa inclinação nos critérios.

Não percebemos como è que o jogador nº 9 ficou em campo, quando já depois de amarelado e com o jogo interrompido rematou uma bola para a baliza, com o Souto a encolher os ombros perante aquela ilegalidade.

        



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Domingo, 21 de Junho de 2009
IIª DIVISÃO DISTRITAL - SÉRIE 1 - A. F. LISBOA

ANÁLISE BLOGOTA – ÉPOCA 2008/2009

 

1ª PARTE

 

 

Sociedade Recreativa Desportiva Cheleirense

A equipa da freguesia de Cheleiros, concelho de Mafra, foi, muito justamente, a equipa vencedora desta série 1 da IIª divisão distrital de Lisboa. Durante as 34 jornadas da competição manteve-se sempre entre os dois primeiros lugares da classificação. Fez dos jogos em casa a sua principal arma para vencer esta série, ao ceder apenas um ponto na condição de equipa visitada frente ao Vila Nova da Rainha. Nos jogos com o Futebol Clube de Ota venceu ambos por duas bolas a uma, mas em nenhum deles mostrou ser muito superior à nossa equipa, aliás no jogo em Cheleiros fomos mesmo prejudicados por uma arbitragem a roçar a estupidez. No apuramento de campeão desta segunda divisão, a equipa de Cheleiros perdeu com o MTBA (1º da série 2) por uma bola a zero. O Cheleirense foi a equipa com mais vitórias obtidas (27) e menos golos sofridos (27). O seu melhor registo em termos de vitórias foi 9 consecutivas.

 

   

União Desporto e Recreio de Vila Nova da Rainha

A equipa do concelho de Azambuja começou na pole position, mas no arranque o «carro» foi-se abaixo e esta formação só arrancou para a subida de divisão a partir da 3ª jornada. Depois dos dois percalços iniciais a equipa fez uma brilhante série de vitórias apenas interrompida à 14ª jornada quando se deslocou a Ota e empatou a três bolas. Liderou a classificação durante algumas jornadas, mas uma série de 4 jogos sem vencer (2 empates e 2 derrotas) relegaram a equipa para a 2ª posição de onde nunca mais saiu até ao final da época, alcançando assim a tão desejada subida de divisão. Nas partidas com o F. C. Ota já referenciamos a realizada em Ota, que acabou empatada, num dos melhores jogos que assistimos esta época e no encontro realizado em Vila Nova da Rainha, a equipa local cilindrou a nossa formação e carimbou nesse dia a promoção à 1ª divisão distrital. A formação do concelho de Azambuja foi o melhor ataque da prova, com 95 golos obtidos. Esteve 23 jogos sem perder e conquistou 11 vitórias consecutivas.

 

   

Clube Desportivo A dos Cunhados

A formação de A dos Cunhados começou muito bem a época chegando a liderar a classificação, depois sensivelmente entre o final da primeira volta e o começo da segunda, a equipa caiu para a terceira posição, onde se foi mantendo, com ligeiras oscilações, até ao final da temporada. Como prémio pela boa época realizada ainda teve oportunidade de disputar um jogo de acesso à divisão superior, com o 3º classificado da série 2 (Águias de Camarate), acabando por perder por duas bolas a uma. Os jogos com o F. C. Ota saldaram-se por uma goleada em casa (6-0) e uma derrota em Ota (2-0).

 

   

Monte Agraço Futebol Clube

A formação do Sobral foi, em nossa opinião, a grande surpresa do campeonato. Durante a temporada andou sempre a espreitar os lugares cimeiros e na parte final da época teve mesmo hipótese de se chegar ao terceiro lugar, quando se deslocou a A dos Cunhados e perdeu por uma bola a zero. Tratou-se de uma equipa que praticou um futebol muito agradável, e como é óbvio estou-me a referir aos jogos com o F. C. Ota, ganhando ambos de forma clara por 1-2 em Ota, e 4-1 em Arruda dos Vinhos. Caso mantenha o plantel, reforçando um ou outro sector que me pareceu menos forte, será um forte candidato à subida de divisão na próxima época.

 

   

Associação Cultural Desportiva Recreativa Arneiros

A equipa do concelho de Torres Vedras realizou um campeonato muito regular, sempre entre os 6 primeiros da classificação. No entanto, pelo terceiro ano consecutivo, e apesar de ser considerada uma das candidatas a subir de divisão, acabou por não conseguir alcançar esse objectivo. Já na 2ª volta consegui chegar-se ao terceiro lugar, mas logo na jornada seguinte foi novamente ultrapassada pela formação de A dos Cunhados. Na parte final da época, já depois de receber o fax da A.F. Lisboa, que informava os clubes da não disputa da poule de acesso à 1ª divisão, entre os 3ºs classificados das duas séries, baixou os braços e caiu para a 5ª posição da tabela classificativa. Nos jogos com o F. C. Ota venceu em casa por 4-2 e em Ota perdeu por uma bola a zero.

 

   

Cerca Futebol Clube

Outra equipa que fez um campeonato muito certinho, sempre na parte de cima da tabela classificativa e a espreitar a possibilidade de alcançar o 3º lugar. Tal como os seus vizinhos de Arneiros, quando receberam o fax da Associação também se desmotivaram e começaram a perder jogos de forma algo surpreendente. A uma semana do fim do campeonato a Associação alterou a decisão anteriormente tomada e voltou a marcar a realização de um jogo de apuramento à 1ª divisão distrital, entre os 3ºs classificados de ambas as séries. Esta decisão, absolutamente inacreditável da entidade organizadora, prejudicou esta equipa, bem como o Arneiros e ainda o Monte Agraço, que poderiam ter lutado até ao final da época pelo 3º lugar na tabela classificativa. Nas partidas disputadas com o F. C. Ota o saldo foi favorável à nossa equipa, com um empate a duas bolas na Cerca e uma vitória por 2-0, em Ota, no último jogo oficial da temporada 2008/2009.

 

   

Clube Recreativo Império de Anços

Este clube do concelho de Sintra, que vinha de duas épocas na série 2 da A.F. Lisboa, nas quais terminou nos últimos lugares da classificação, foi também uma agradável surpresa, pela juventude do seu plantel e também pela forma honesta com que procuraram disputar as suas partidas, nomeadamente contra o F. C. Ota. Foi a melhor das equipas que cedo ficaram a uma distância dos seis primeiros e só por isso merecem os nossos parabéns. Fizeram uma época equilibrada em termos de resultados. Contra o F. C. Ota começaram por perder em casa por três bolas a zero, mas depois vingaram-se na visita à nossa localidade com uma vitória por duas bolas a uma.

 

   

Sport Clube União Campelense

Começou muito bem o campeonato e à 8ª jornada ocupava a 4ª posição da tabela classificativa. Após esta fase, a equipa começou a somar resultados menos positivos e cedo ficou arredada da luta pela subida de divisão. Foi durante muitas jornadas a melhor equipa, daquelas que ficaram para trás na classificação, mas na recta final do campeonato perdeu esse lugar, acabando em 8º lugar. Foi uma formação de ataque, alcançou a bonita soma de 67 golos marcados (4ª equipa mais concretizadora), mas também sofreu muitos golos, mais precisamente 69 (3ª equipa mais batida). Muito irregular nos resultados, foi nos jogos em casa que a equipa foi mais forte e somou mais pontos. Nas partidas com o F. C. Ota venceu ambas pelo mesmo resultado, 1-3 em Ota, e 3-1 em Campelos.

 

   

Grupo Cultural Recreativo Barreiralvense

Esta equipa do concelho de Mafra começou muito mal esta edição da IIª divisão distrital e só à 11ª jornada conseguiu a sua primeira vitória. A certa altura da época, o Barreiralvense, parecia condenado a ocupar permanentemente o último posto da classificação. No entanto, numa alteração radical do plantel entre o final da 1ª volta e começo da 2ª, veio dar outra dinâmica à equipa, que após uma série de bons resultados subiu vários degraus na classificação, terminando a época no meio da tabela. Foi a equipa que alcançou mais empates na competição (10). Os dois encontros com o F. C. Ota terminaram empatados: 2- 2 na Barreiralva e 0-0 em Ota.



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Terça-feira, 17 de Março de 2009
VIDEOS DO JOGO DA 23ª JORNADA

0-1 para o F. C. Ota, apontado pelo Sandro Ferreira na recarga a um penalty.

1-1 para o Campelense, apontado pelo Nº 10 de livre directo.

Árbitro assinalou penalty, por suposta mão na bola do Artur Dias.

2-1 para o Campelense, apontado pelo Nº 6 de penalty.

Canto a favor do F. C. Ota, bem resolvido pelo guardião local.

 



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Domingo, 15 de Março de 2009
S. C. U. CAMPELENSE 3 - FUTEBOL CLUBE DE OTA 1

CAMPEONATO DISTRITAL DA II DIVISÃO DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LISBOA 

23ª JORNADA

Foto (da esquerda para a direita): Carlos Paiva, José Alberto, Quaresma, Paulino, Carlos Santos, Jorge Ribeiro, Artur Dias, João Franco, Flávio, Paulo Silva e Sandro.

Foto: Onze inicial do Sport Clube União Campelense.

 

O Futebol Clube de Ota iniciou a partida com o seguinte onze:

 

1 FLÁVIO FERREIRA
4 CARLOS SANTOS
11 JOÃO FRANCO
2 ARTUR DIAS
19 RICARDO QUARESMA
14 PAULO SILVA
21 SANDRO FERREIRA (Cap)
20 JORGE RIBEIRO
9 JOSÉ ALBERTO
10 SÉRGIO PAULINO
22 CARLOS PAIVA

Foto: Aos 4 minutos o José Alberto isolou-se e foi derrubado pelo guarda redes no interior da grande área, a bola seguiu para a baliza e foi o defesa que na imagem está mais à direita, que evitou o golo. O árbitro assinalou a grande penalidade e mostrou o cartão amarelo ao guarda redes de Campelos.

 

Substituições:

40' - Saiu o Flávio Ferreira e entrou o NUNO NARCISO (16).

Suplentes não utilizados:

Castigados: David Leiróz e Hélder Monteiro

Disciplina:

Sport Clube União Campelense:

Cartão Amarelo aos 4 minutos para o Nº 24 - Guarda Redes (por ter derrubado o José Alberto no interior da grande área).

Cartão Amarelo aos 7 minutos para o Nº 32 (por protestos dirigidos ao árbitro desta partida).

Cartão Amarelo aos 71 minutos para o Nº 17 (por ter demorado a repôr a bola em jogo na marcação de uma falta junto ao banco de suplentes do F. C. Ota).

Cartão Amarelo aos 72 minutos para o Nº 6 (por ter feito uma entrada perigosa sobre o José Alberto).

Cartão Amarelo aos 73 minutos para o Nº 32 (por ter cometido uma falta dura sobre o José Alberto).

Cartão Vermelho por acumulação de amarelos aos 73 minutos para o Nº 32.

Futebol Clube de Ota:

Cartão Amarelo aos 65 minutos para o Sérgio Paulino (por ter cometido uma falta dura sobre um adversário).

Cartão Amarelo aos 68 minutos para o Artur Dias (por ter desviado a bola com o braço no interior da grande área).

Cartão Amarelo aos 81 minutos para o Sérgio Paulino (por ter cometido uma falta perigosa sobre o jogador Nº 5).

Cartão Vermelho por acumulação de amarelos aos 81 minutos para o Sérgio Paulino 

Resultado ao Intervalo: 1-1

Foto: Aos 19 minutos, com o resultado em 0-1, o jogador Nº 10 cruzou para a boca da baliza, onde apareceu o jogador Nº 9, que com a baliza escancarada à sua frente, atirou a bola ao poste.

 

MARCHA DO MARCADOR:

0-1 aos 5 minutos por SANDRO FERREIRA. Grande penalidade contra o Campelense batida pelo Sandro para uma defesa incompleta do guarda redes, ficando a bola novamente à mercê do Sandro que sem dificuldade recarregou com êxito e rectificou o erro na marcação do penalty.

1-1 aos 21 minutos pelo Nº 10. Na marcação perfeita de um livre directo, batido por cima da barreira com o pé esquerdo, com a bola a entrar junto ao ângulo superior esquerdo da baliza à guarda do Flávio Ferreira, que bem se estirou mas não lhe chegou.

2-1 aos 69 minutos pelo Nº 6. Na marcação de uma grande penalidade, a castigar uma mão do Artur Dias no interior da área. O defesa central local encarregue de converter o castigo máximo, colocou a bola rasteira, junto ao poste direito do Quaresma, que adivinhou o lado mas não a alcançou.

3-1 aos 83 minutos pelo Nº 20. Lance de muita confusão à entrada da grande área, acabando a bola por sobrar para os pés do jogador local, que não teve dificuldade em fazer o terceiro golo para a sua equipa.

Foto: Aos 34 minutos, o Flávio Ferreira voltou a lesionar-se e teve que abandonar o terreno de jogo, precisamente na sequência deste lance. Salvo melhor julgamento, a época terá eventualmente terminado para o nosso guarda redes. Esperamos que se restabeleça rapidamente para o termos na próxima época a 100%. 

 

CRÓNICA DO JOGO:

A equipa de Ota levou apenas doze jogadores até Campelos para disputar mais uma partida do Campeonato Distrital IIª Divisão, série 1 de Lisboa, a contar para a 23ª jornada.

Tem sido uma época complicada, nomeadamente ao nível das lesões, e nesta jornada eram muitos nessa situação. Para além dos lesionados, também havia os ausentes por motivos pessoais e por castigo disciplinar.

Perante estas adversidades, o técnico Diogo Carvalho não tinha outra alternativa senão pôr em campo os jogadores que estavam operacionais. Ainda assim, deixou no banco o Nuno Narciso que ainda se encontrava a recuperar de uma lesão.

Em campo entraram o Flávio Ferreira para a baliza, o Carlos Santos para a direita da defesa, o Quaresma para a esquerda, o João Franco e o Artur Dias para a zona central da defesa. No meio campo jogaram o Paulo Silva, o Sandro e o Jorge Ribeiro. Na frente actuaram o Carlos Paiva, Sérgio Paulino e José Alberto.

A equipa de Ota, com naturalidade iniciou o jogo entregando a iniciativa atacante ao seu adversário, procurando sair em contra ataque, explorando a velocidade do José Alberto e do Sérgio Paulino.

A táctica surtiu efeito logo nos primeiros minutos, quando o José Alberto ganhou na raça e na rapidez ao central contrário, entrou na grande área e foi derrubado pelo guarda redes.

O nosso capitão chamado à conversão da grande penalidade fez o que não lhe é habitual, ou seja permitiu a defesa do guardião contrário, mas na recarga não teve piedade e abriu o marcador deste encontro.

Esta boa entrada em jogo da equipa de Ota, aliada ao facto da equipa local não conseguir ter um fio de jogo que levasse perigo à nossa baliza, estava a ser perfeita para as nossas aspirações.

Só aos 19 minutos, na primeira falha defensiva da equipa de Ota, é que a formação de Campelos esteve próxima do empate, quando o jogador Nº 9, sem ninguém na baliza, rematou a bola ao poste.

Não demorou muito a conseguirem chegar à igualdade, na sequência de um livre directo marcado de forma perfeita, aos 21 minutos desta primeira parte.

Nos minutos seguintes o jogo continuou a ser dominado pela equipa local, com uma situação de perigo aos 32 minutos, quando o jogador Nº 9 apareceu no interior da área a cabecear uma bola com perigo para a baliza do Flávio.

Na resposta, o Sandro aplicou um remate forte de fora da área, mas a bola saiu à figura do guarda redes, que defendeu com segurança.

Aos 34 minutos, o Flávio saiu a uma bola colocada na direita do ataque Campelense e na disputa com o avançado local voltou a torcer o joelho e ficou caido no chão a contorcer-se com dores.

Os minutos seguintes foram passados a tentar recuperar o nosso guarda redes, sem êxito, e houve necessidade de fazer a única alteração que a equipa podia fazer.

Assim sendo, aos 40 minutos o Flávio saiu, dando o seu lugar ao Nuno Narciso.

O Diogo Carvalho teve que fazer diversas alterações no onze, começando logo por fazer deslocar o Ricardo Quaresma para a baliza. O Paulo Silva desceu para central e o Artur passou para a esquerda da defesa. O Sandro e o Jorge Ribeiro assumiram a posição de duplo pivot defensivo e o Nuno Narciso posicionou-se na zona intermediária, à frente do dois trincos.

Até ao intervalo a melhor oportunidade de golo teve nos pés do Sérgio Paulino, quando aos 45+1 minutos se isolou pela direita e já no interior da área rematou fortíssimo para uma defesa dificil do guardião visitado.

O resultado ao intervalo ajustava-se ao desenrolar dos primeiros quarenta e cinco minutos.

Foto: Depois da lesão do Flávio, o Ricardo Quaresma foi para a baliza e esteve em bom plano. No penalty adivinhou o lado e no terceiro golo mostrou alguma inexperiência, natural nesta posição específica. Quaresma foi o quinto guarda redes utilizado pela equipa de Ota no decurso desta época, e tudo indica que terá que assumir esta posição até ao final da época. Pela coragem demonstrada endereçamos-lhe os nossos parabéns. Deverá treinar na próxima semana o batimento dos pontapés de baliza.

 

Na segunda parte a equipa de Ota entrou muito bem no jogo e conseguiu adormecer o seu adversário, nomeadamente no que a iniciativas atacantes dizia respeito.

Só a partir do segundo quarto de hora desta etapa complementar é que a equipa de Campelos se aproximou com perigo da nossa baliza.

Aos 60 minutos o jogador Nº 10 teve uma boa oportunidade na área, mas o seu remate de primeira levou a bola a sair ao lado da baliza à guarda do Quaresma.

Aos 61 minutos o Quaresma saiu a soco a uma bola cruzada na direita, mas a mesma caiu logo nos pés do Nº 20 que tentou enviá-la para as redes, mas o remate saiu torto e ao lado da baliza.

Aos 64 minutos foi a vez do Nº 9 em boa posição para rematar com êxito, acabou por fazê-lo de forma defeituosa.

Aos 66 minutos, o Nº 7 teve nos pés uma grande oportunidade para desfazer a igualdade, mas o seu remate forte, levou a bola a passar por cima da barra.

Aos 68 minutos, na sequência de um canto marcado na direita do ataque local, a bola vai ao braço do Artur Dias e o árbitro nem pestanejou, assinalando o castigo máximo contra a equipa de Ota. Este lance, que depois será publicado em video, deixou-nos muitas dúvidas sobre a ilegalidade do mesmo. Pareceu-nos evidente que a bola tocou no braço direito do Artur, assim como também nos pareceu claro que o nosso jogador tem o braço colado ao corpo, não fazendo qualquer movimento ostensivo para afastar a bola.

Na marcação do castigo máximo a equipa do Campelense chegou finalmente à vantagem, que pelo número de oportunidades criadas anteriormente já justificava.

Passados quatro minutos, a equipa local viu-se reduzida a dez elementos por expulsão do Nº 32.

A jogar com um jogador a mais, mas com a equipa em claro déficit físico, tentou o Diogo Carvalho lançar a equipa em busca da igualdade, fazendo subir todas as linhas para o meio campo adversário.

Com a equipa de Ota balanceada no ataque, foi o seu adversário a criar mais duas situações de perigo, aos 79 minutos pelo Nº 7, com um remate em boa posição que levou a bola a passar muito ao lado da nossa baliza e aos 83 minutos quando conseguiram fazer o terceiro golo e resolver a partida a seu favor.

Entretanto entre estes dois lances, ao minuto 81, o Sérgio Paulino viu o segundo cartão amarelo e foi tomar banho mais cedo.

Nos últimos minutos, ainda o Sandro e o Nuno Narciso tentaram reduzir a desvantagem mas os seus remates de fora da área não levaram grande perigo à baliza contrária.

Em suma, a vitória local não sofre contestação, dado o domínio exercido, aliado ás oportunidades desperdiçadas, no entanto a forma como alcançaram o segundo golo não foi, em nossa opinião, justa. A derrota pela margem mínima seria o resultado mais justo para a formação de Ota.

 

Foto: Canto contra o F. C. Ota. 

 

ARBITRAGEM:

Nuno Rocha, auxiliado pelo João Loureiro e Fernado Oliveira formaram o trio de arbitragem nomeado para ajuizar a partida desta tarde em Campelos, concelho de Torres Vedras.

Em termos técnicos realizaram uma partida razoável, com um único senão, a marcação de uma grande penalidade contra o F. C. Ota por suposta mão na bola do Artur Dias. Em nossa opinião pareceu-nos que o jogador de Ota tem o braço colado ao corpo, como è óbvio não o pode arrancar, e a bola raspa-lhe o braço na sequência do canto marcado na direita. A opinião do Nuno Rocha foi a de que tinha sido um desvio intencional e assinalou o castigo máximo.

De resto, em termos técnicos ajuizou de forma correcta a esmagadora maioria dos lances desta partida.

No capítulo disciplinar pareceu-nos que mostrou cartões em demasia e por motivos que poderiam passar muito bem sem esse castigo.

Na parte final do encontro, devido a essa excessiva amostragem de cartões amarelos, expulsou um jogador de cada equipa, por acumulação de amarelos, que poderia muito bem ter evitado, porque os lances em causa não justificavam tão pesado castigo para ambas as formações.

 



publicado por BLOGOTA às 18:48
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